Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens

Ar@quém News - quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Dilma veta projeto de lei que trata da criação de municípios

A presidente Dilma Rousseff (PT) vetou integralmente, por contrariedade ao interesse público, o projeto de lei que tratava da a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios. A mensagem de veto e justificativa pela decisão foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje. O Ministério da Fazenda foi consultado sobre a proposta. A conclusão foi que a iniciativa representava gastos, colocando em risco o equilíbrio da responsabilidade fiscal.

"Embora se reconheça o esforço de construção de um texto mais criterioso, a proposta não afasta o problema da responsabilidade fiscal na federação. Depreende-se que haverá aumento de despesas com as novas estruturas municipais sem que haja a correspondente geração de novas receitas. Mantidos os atuais critérios de repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o desmembramento de um município causa desequilíbrio de recursos dentro do seu Estado, acarretando dificuldades financeiras não gerenciáveis para os municípios já existentes", explica a mensagem de Dilma, direcionada ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O plenário do Senado aprovou em 5 de agosto texto sobre a criação de municípios. O material seguiu para a sanção presidencial porque já havia passado pela Câmara dos Deputados. A votação da matéria tinha sido resultado de acordo entre Executivo e Legislativo após a presidente Dilma Rousseff ter vetado, em meados de novembro do ano passado, uma proposta apreciada pelo Congresso que regulamentava novos municípios.

Fonte: Sobral de Prima

Ar@quém News - quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Deputado denuncia que dinheiro do roubo do Banco Central é usado em campanha eleitoral

O deputado estadual Lula Morais (PCdoB), ontem, no plenário da Assembleia, denunciou que candidato a deputado federal, nestas eleições, está lavando "dinheiro do Banco Central", na compra de votos, em Fortaleza e no Interior. O parlamentar fazia referência aos milhões de reais roubados do Banco Central, no Ceará, em agosto de 2005.


Lula Morais acrescentou que está à disposição do Ministério Público (MP) para dar mais detalhes do derrame de dinheiro do referido postulante. O deputado disse que indicaria o nome se fosse ouvido pelas autoridades cearenses. A manifestação do parlamentar foi em aparte ao discurso do deputado Fernando Hugo, que criticava a compra e venda de votos no Ceará.

Fernando Hugo afirmou que uma candidata à Assembleia Legislativa do Município de São Benedito, na Serra Grande, correligionária do deputado Lula Morais, está comprando "tudo quanto é voto na Ibiapaba" e "desce de ladeira abaixo comprando tudo que é de voto que encontra pela frente". O deputado não nominou a candidata, mais deixou a entender que ela foi prefeita daquela cidade.

O deputado Ely Aguiar afirmou que os presidentes de partidos também vendem as legendas e discorreu sobre situações que aconteceram em nível nacional e estadual. Sobre as falas de Lula Morais, de que estaria havendo "lavagem de dinheiro" nas eleições do Ceará, Aguiar salientou que dinheiro que foi roubado no assalto ao Banco Central, em 2005, estaria sendo usado para financiar campanha de deputado federal no Estado.


Fonte: Diário do Nordeste

Ar@quém News - terça-feira, 26 de agosto de 2014

Justiça proíbe “Estilo Ciro Gomes” em atos políticos contra Eunício

O juiz Antônio Sales de Oliveira acatou liminar da coligação “Ceará de Todos”, que proíbe o governador Cid Gomes, o secretário Ciro Gomes e os candidatos da chapa majoritária “Para o Ceará Seguir Mudando”, Camilo Santana e Izolda Cela, a citarem de forma ofensiva o nome de Eunício Oliveira, candidato do PMDB ao governo do Ceará, em eventos de cunho eleitoral.

Em sua decisão, o juiz diz que “ao vociferar comentários caluniosos, difamatórios e injuriosos, perfaz por transcender a qualquer anseio de liberdade de expressão e crítica no ambiente político”. A multa da desobediência é de R$ 25 mil, por ato realizado.

Fonte: Blog do Eliomar

Ar@quém News - quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Deu no Sobral de Prima

LEI DA FICHA LIMPA CONTINUA DESRESPEITADA

Após 04 (quatro) anos de vigência a Lei Complementar 135/2010 conhecida popularmente como Lei da Ficha Limpa vem sendo continuamente desrespeitada pelos políticos, talvez acreditando na impunidade.

Diferente do que pensam muitos políticos a sociedade brasileira, as autoridades públicas e o Ministério Público estão vigilantes e atuantes, coibindo práticas ilícitas de políticos que em vez de honrar o voto do cidadão, chafurdam com o dinheiro público.

O caso mais recente vem de Coreaú. O ex-prefeito Carlos Roner (PSDB) é um exemplo de político ficha suja. Em quatro anos de mandato como prefeito de Coreaú, é detentor de um triste recorde de ações de improbidade administrativa.

O ex-prefeito do PSDB soma 14 (catorze) ações judiciais contra sua pessoa. Onze na Justiça Estadual, sob os números: 1284-37.2013.8.06.0069/0; 1607-42.2013.8.06.0069/0; 1116-35.2013.8.06.0069/0; 1776-29.2013.8.06.0069/0; 1775-44.2013.8.06.0069/0; 1106-88.2013.8.06.0069/0; 1313-53.2014.8.06.0069/0; 1312-68.2014.8.06.0069/0; 1442-58.2014.8.06.0069/0; 1486-77.2014.8.06.0069/0; 1777-14.2013.8.06.0069/0. E três tramitando na Justiça Federal: 0001246-39.2013.4.05.8103; 0001804-11.2013.4.05.8103; 0002134-08.2013.4.05.8103.

Todas as ações judiciais têm por base Tomada de Contas Especiais e Relatório de Inspeção do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará, que apurou diversas irregularidades administrativas e descaminhos de dinheiro público. As ações já contam com decisões judiciais determinando o bloqueio de contas corrente e a indisponibilidade de bens do ex-gestor.

Os valores que deverão ser ressarcidos aos cofres públicos ultrapassam os R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais), sendo o caso mais grave o desvio de dinheiro das contas do FUNDEB, e os valores destinados a folha de pagamento dos servidores públicos nos meses de setembro a dezembro, e do 13º salário todos do ano de 2012. Além desses atos ilícitos, é corriqueira a má aplicação de recursos de convênios, não prestação de contas de convênios de obras, não conclusão de obras, e diversos contratos com falhas em licitação, e sem o devido pagamento.

Os atos de improbidade administrativa geraram duas ações penais impetradas pelo Ministério Público pedem a prisão do ex-prefeito Carlos Roner (PSDB), totalizando uma pena de mais de 10 anos de prisão.

O mau uso do dinheiro público foi tão aparente que as investigações não precisaram se aprofundar, um simples olhar nos convênios e contas da Prefeitura de Coreaú revelaram os atos ilícitos perpetrados na gestão de Carlos Roner (PSDB).

Exemplos como este têm de ser expulsos da política, pois traem a confiança da população que os elegeu, usando o dinheiro público em proveito próprio. A resposta não deve ser só das autoridades e órgãos de fiscalização, a resposta maior é do povo em separar o joio do trigo.

Ar@quém News - quinta-feira, 6 de março de 2014

Nenhum cearense figura entre os mais presentes da Câmara

Nenhum parlamentar cearense está entre os mais presentes da Câmara dos Deputados. A informação é de levantamento do site Congresso em Foco, que aponta ainda apenas quinze deputados federais como presentes em todas as 113 votações desta Legislatura – iniciada em fevereiro de 2011. 

Entre os 513 parlamentares da Casa, apenas seis não perderam um dia sequer de trabalho. Entre eles, está o cearense Tiririca (PR), eleito deputado em 2010 pelo Estado de São Paulo.

Se não possui representante entre os mais assíduos na Câmara, o Ceará, no entanto, aparece na lista dos mais presentes do Senado, com José Pimentel (PT). Segundo o Congresso em Foco, o petista faltou apenas uma das 119 sessões da Casa nos últimos anos. Apenas outros dois senadores, Paulo Paim (PT-RS) e Ruben Figueiró (PSDB-MS) tiveram a mesma assiduidade do cearense.

Confira quem foram os deputados presentes em todas as 113 votações desta Legislatura:

Alexandre Leite (DEM-SP)
Amauri Teixeira ( PT-BA)
Antônio Brito (PTB-BA)
Fábio Trad (PMDB-MS)
Hermes Parcianello (PMDB-PR)
Jutahy Junior (PSDB-BA)
Lincoln Portela ( PR-MG)
Manato (SDD-ES)
Onofre Santo Agostini (PSD-SC)
Paulo Feijó (PR-RJ)
Pedro Chaves (PMDB-GO)
Policarpo (PT-DF)
Reguffe (PDT-DF)
Tiririca (PR-SP)
Valtenir Pereira (Pros-MT)

Fonte: O Povo Online

Ar@quém News - quarta-feira, 5 de março de 2014

Cresce no Senado apoio ao fim da reeleição

Depois de decidir, na semana passada, sobre a obrigatoriedade de afastamento prévio do presidente da República, governador e prefeito que disputarem o mandato subsequente, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) deverá se debruçar sobre a possibilidade de acabar com a própria reeleição.

O fim da reeleição consta de substitutivo do senador Luiz Henrique a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 71/2012 apresentada pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR). A proibição também alcança quem sucedê-los ou substituí-los na função nos seis meses anteriores à eleição, mas só na hipótese de concorrer à renovação do mandato de presidente, governador e prefeito.

O texto original da PEC não prevê o fim da reeleição. A intenção de Jucá ao apresentá-lo era unificar o processo eleitoral a partir de 2022 - hoje as eleições municipais são separadas das demais -, estendendo o mandato de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores eleitos em 2016 de quatro para seis anos. A partir de 2022, os cargos eletivos municipais, estaduais e federais passariam a ser disputados em uma única eleição, voltando o mandato de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores a ser de quatro anos.

Seis anos

A semente da reeleição foi plantada na PEC pelo substitutivo de Luiz Henrique. E o relator decidiu ir além nas mudanças. Apesar de manter a unificação das eleições municipal e geral, o substitutivo determina sua realização não mais a cada quatro, mas a cada seis anos.

A medida também repercute sobre a duração dos respectivos mandatos, que passariam a ser todos de seis anos. Com isso, haveria uma redução de dois anos no mandato de senador (de oito para seis anos), enquanto os dos demais cargos eletivos seriam ampliados em dois anos (de quatro para seis anos). Vale lembrar que tudo isso só deverá valer a partir das eleições de 2022.

“Não raras foram as vezes, ao longo desses quase 16 anos, em que a normalidade e a legitimidade das eleições foram afetadas pelo abuso do poder político exercido por q quem disputou a reeleição sem ao menos ter que se afastar do cargo que ocupava”, argumentou o relator.

Fonte: O Povo Online

Ar@quém News - quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Câmara Municipal de Coreaú faz moção de repúdio contra Banco do Brasil da cidade

O vereador Osvaldo Araújo (PR), se manisfestou por meio de uma circular o repudio contra a agência do BB de Coreaú, por conta do período pós-assaltos em que está muito dificultoso para os clientes desta agência. Recebemos em mãos a moção de repudio feita pelo vereador. Acompanhe.


Fonte: RM no Foco

Ar@quém News - terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Dilma venceria eleição no primeiro turno, aponta pesquisa CNT / MDA

Pesquisa do instituto MDA divulgada nesta terça-feira, 18, mostra cenário confortável para a presidente Dilma Rousseff (PT) caso a eleição ocorresse agora. Segundo os dados , ela venceria no primeiro turno em disputa contra os prováveis candidatos Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB). A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNT). 

No primeiro cenário, Dilma aparece com 43,7% das intenções de voto, contra 17% de Aécio e 9,9% de Campos. Em um segundo cenário, no qual Marina Silva (PSB) é candidata no lugar de Eduardo Campos, Dilma teria 40,7% das intenções de voto, contra 20,6% da ex-senadora e 15,1% de Aécio.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 24 unidades da federação, entre os dias 9 a 14 de fevereiro. A margem de erro da pesquisa é 2,2 pontos percentuais.

Aprovação
A pesquisa mediu também a aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff e relevou queda em relação ao índice anterior. No atual levantamento, 36,4% disseram aprovar o governo, ante 39% da pesquisa realizada em novembro de 2013. O governo Dilma foi avaliado como negativo por 24,8% dos entrevistados. Na edição anterior, esse percentual chegou a 22,7%.

O desempenho pessoal da presidenta é aprovado por 55% dos entrevistados. Chama atenção o índice de 41% da população que desaprova a presidente.

Fonte: O Povo Online

Ar@quém News - terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

TRE de SP multa Paulo Maluf por propaganda eleitoral antecipada

O deputado federal Paulo Maluf (PP) foi multado em R$ 5 mil por propaganda eleitoral antecipada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), nesta terça-feira (11). No entender do Ministério Público Federal, que entrou com a representação contra Maluf, o deputado teria pedido votos em uma entrevista a um portal de notícias em novembro do ano passado.

É o primeiro caso de propaganda extemporânea para as eleições de 2014 que julgado pelo tribunal eleitoral em São Paulo. Maurício Silva Leite, advogado de Paulo Maluf, disse que vai recorrer da decisão. “Não fomos notificados ainda e assim que isso ocorrer e tivermos acesso ao teor dessa decisão, se confirmada essa condenação, nós iremos recorrer, sim”, afirmou.

Fonte: Portal G1

Senado adia votação do projeto de lei que tipifica o crime de terrorismo

Sem conseguir um acordo sobre o projeto de lei (PL) que tipifica o crime de terrorismo, os senadores decidiram hoje (11) adiar a votação da matéria. O mais provável é que os senadores discutam na próxima semana o texto do PL 499/2013, de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR).


Após reunião de líderes nesta terça-feira, os senadores ficaram em dúvida se seria votado o projeto de Jucá ou o que foi elaborado no âmbito da reforma do Código Penal, relatado pelo senador Pedro Taques (PDT-MT). Como o projeto de Jucá já está na pauta do Senado e, portanto, em tramitação mais adiantada, o mais provável é que ele seja debatido. Entretanto, na próxima semana, em nova reunião de líderes, os partidos deverão apresentar os pontos mais relevantes que desejam ver incluídos no texto a ser aprovado.

Embora a maioria dos senadores considere necessário sanar o vácuo legislativo em relação ao crime de terrorismo, o projeto de Jucá encontra resistência dos partidos mais próximos aos movimentos sociais. “Eu não sei o que pode vir de uma lei que quer, claramente, tipificar movimento sociais como terroristas”, protestou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

Assim como ele, o líder do PT, Humberto Costa (PE), demonstrou preocupação com a preservação do direito à livre manifestação. Segundo Costa, a orientação do Palácio do Planalto é que se dê “resposta a essa questão”. “A preocupação é deixar claro o que se enquadra como terrorismo de forma muito objetiva. Para que não haja agressão à liberdade”, disse. Na opinião do senador, seria possível unir partes dos dois projetos em busca de um texto mais completo.

Fonte: Agência Brasil

Ar@quém News - terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

PSDB quer apurar doações feitas aos condenados do mensalão

A bancada do PSDB na Câmara dos Deputados, protocolou nesta terça-feira, 4, na Procuradoria Geral da República, pedido de apuração dos supostos crimes de apologia ao crime ou a criminoso e lavagem de dinheiro no processo de arrecadação das doações para petistas condenados do mensalão.
 
Os tucanos questionam ato de desagravo realizado no último congresso realizado pelo PT, em dezembro passado, e o volume de recursos repassados ao ex-deputado José Genoino e ao ex- tesoureiro Delúbio Soares.

Na representação, o atual líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), que nesta tarde passa a função ao deputado baiano Antônio Imbassahy, questiona não só o volume de recursos doados aos petistas, mas a rapidez com que o objetivo foi alcançado. José Genoino conseguiu arrecadar mais de R$ 700 mil em doações por meio de um site criado por familiares, amigos, apoiadores políticos e militantes do partido.
 
Com o recurso alcançado em 10 dias, Genoino pagou sua multa de R$ 667,5 mil e o que sobrou da campanha de arrecadação ele doou uma parte para a campanha de Delúbio Soares, que utilizou a mesma estratégia para conseguir as doações e conseguiu arrecadar mais de R$ 1 milhão. O valor de sua multa era de R$ 466,8 mil.


Fonte: Ceará Agora

Ar@quém News - sábado, 18 de janeiro de 2014

Mais de 2 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza no Ceará


Mais de dois milhões de cearenses que recebem Bolsa Família saíram da extrema pobreza de 2012 para cá com o plano Brasil Sem Miséria, do Governo Federal. Foi o terceiro estado com a melhor colocação nesse quesito, depois da Bahia e do Maranhão. Além disso, o Ceará tem o maior número no país de operações de microcrédito entre os beneficiários do Bolsa Família. As informações são do Ministério do Desenvolvimento Social.

A gestão Dilma Rousseff lançou o Brasil Sem Miséria em 2011 (colocado em prática em maio de 2012) se dando a meta de acabar com a extrema pobreza no país até o fim de 2014. Pelos critérios do governo, é extremamente pobre quem ganha menos de R$ 70 por mês. Ocorre que muitas famílias ficavam abaixo dessa linha mesmo recebendo o Bolsa Família, segundo a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello.

“Antigamente, o valor do Bolsa Família era fixo. Agora o governo completa para que o benefício chegue a 70 reais per capita. Saltamos de R$ 107, que era o valor repassado às famílias antes do Brasil Sem Miséria, para R$ 216”, explicou a ministra ao O POVO.

Desde o estabelecimento dessa política de complemento ao Bolsa Família e até dezembro de 2013, conforme o governo, 2.125.382 beneficiários do programa no Ceará não são mais classificadas como extremamente pobres. “O desempenho do Ceará é um dos melhores no Brasil”, disse Tereza Campello (veja os números dos demais estados ao lado).

Fonte: O Povo Online

Divulgado o primeiro candidato ao governo do Ceará


O comando do PSB no Ceará fez sua primeira reunião do ano e já tomou uma decisão: Nicole Barbosa, presidente do CIC – Centro Industrial do Ceará, o braço político da FIEC, será candidata ao governo do Ceará pelo partido. Sérgio Novais bateu o martelo. Nicole será o palanque de Eduardo Campos no Ceará. O PSB quer puxar o PR e o PSDB para o palanque.

Fonte: Blog do Roberto Moreira

Ar@quém News - domingo, 12 de janeiro de 2014

Enquanto não se chega a um acordo sobre a reforma tributária, estados baixam impostos para atrair investimentos



A questão é antiga. Todo ano se fala em reforma tributária ou reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Em 2013, alterações no ICMS foram votadas na Comissão de Assuntos Econômicos, mas a matéria ficou parada no Senado porque o Governo Federal não chega a um acordo com os governadores sobre a composição de recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR). Enquanto isso, estados baixam seus impostos acirrando a disputa entre si.

O vice-presidente nacional e líder do PT na Câmara Federal, José Guimarães, afirma que só se resolve a disputa entre os estados com uma ampla reforma tributária que, segundo ele, o presidente da Câmara, Henrique Alves, vai colocar na pauta das votações deste ano.

“A ideia é votarmos no primeiro semestre deste ano”, comenta, acrescentando que foi constituído um grupo de trabalho para fazer um levantamento do que existe e debater com os entes estaduais. Para ele, o Congresso Nacional não vota porque não existe acordo entre os governadores. “O problema não é com o governo mas com os governadores, especialmente os de São Paulo e Minas Gerais que querem tudo para si”, comenta.

No fim do ano passado, o líder do Governo no Congresso Nacional, senador José Pimentel (PT-CE), disse ao O POVO que iria continuar discutindo a necessidade de mudança no ICMS, mas avaliou que dificilmente haverá algum progresso em 2014 porque a maioria dos gestores estaduais está terminando o mandato. “Será preciso esperar a posse dos novos governadores, em 2015, para que esse tema seja tratado de forma resolutiva”.

Fonte: O POVO online

Diretórios políticos terão que abrir conta específica para receber doações



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu que os diretórios nacionais e estaduais dos partidos políticos que quiserem receber doações eleitorais devem abrir uma conta bancária específica com essa finalidade. Para solicitar a abertura da conta específica ao banco, o partido precisa procurar o portal do TSE e gerar o Requerimento de Abertura de Conta Bancária Eleitoral (Racep).

Depois de gerado, o Racep deve ser entregue na instituição financeira, possibilitando a abertura de conta bancária para a movimentação de recursos de campanha e permitindo ao banco verificar a autenticidade do documento. A arrecadação de recursos para campanha, com a conta bancária específica, será feita pela emissão do recibo eleitoral referente a cada doação recebida. 

O TSE informou que os diretórios nacionais e estaduais poderão solicitar e imprimir faixa de recibos eleitorais, por meio do Sistema de Recibos Eleitorais (SRE), também disponível no portal do TSE. O recibo, segundo o TSE, assegura ao doador o registro da sua contribuição à campanha e permite a fiscalização das contas pela Justiça Eleitoral. 

Todos os sistemas necessários e os detalhes para evitar dor de cabeça com a Justiça encontram-se no portal do TSE. Os candidatos e os comitês financeiros só poderão iniciar a arrecadação de campanha após o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Fonte: UOL política

Ar@quém News - quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Motorista embriagado que causar morte poderá perder o veículo

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5441/13, do deputado Fabio Trad (PMDB-MS), que pune com a perda do veículo o motorista condenado por homicídio culposo no trânsito que tenha praticado o crime alcoolizado ou sob a influência de drogas.

A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), que já pune com detenção, de dois a quatro anos, e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir nos casos de homicídio culposo. O código também prevê detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição da carteira de motorista para quem dirigir sob efeito de álcool ou drogas.

Fabio Trad ressalta que a pena de perdimento de bens já é prevista na Constituição. Para ele, o acréscimo dessa norma à legislação de trânsito deve diminuir o número de homicídios cometidos por pessoas embriagadas ou drogadas, além de aumentar o poder dissuasório da lei. Ele destaca ainda que isso facilitará a indenização das vítimas, ao reter os veículos usados nos crimes.

Segundo o deputado, a punição atingirá até mesmo os veículos que tenham sido emprestados para os motoristas condenados. “Assim, maior cuidado terá o proprietário antes de emprestar o veículo a pessoa que faz uso de álcool ou entorpecentes e dirige em contrariedade à lei”, afirma.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Ar@quém News - domingo, 5 de janeiro de 2014

Corrupção é deplorada pela população. Mas quem elege os corruptos?

Quando nos queixamos da corrupção generalizada no Brasil gostamos de atribuir responsabilidades que raramente recaem sobre nós. A culpa é dos políticos, dos juízes, do sistema. Como observa o cientista político Valmir Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFC), para o brasileiro “corrupto é sempre o outro, principalmente os políticos”. Quantos são os eleitores que pensam em sua própria contribuição para o estado de coisas que dizem deplorar?

Um quarto dos deputados federais e senadores reeleitos em 2010 respondia a processo no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo levantamento do site Congresso em Foco.

As denúncias envolviam crimes eleitorais e contra a Lei de Licitações, peculato (desvio de verba, furto de dinheiro ou de bem por parte de funcionário público, em proveito próprio ou de terceiros), formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, estelionato, corrupção ativa e passiva e tráfico de influência, entre outros. Dois dos deputados listados pelo Congresso em Foco são cearenses: Aníbal Gomes (PMDB) e José Linhares (PP).

Dos 594 deputados e senadores em exercício no Congresso, 190 já foram condenados na Justiça e/ou nos Tribunais de Contas, de acordo com a organização Transparência Brasil. As ocorrências envolvem irregularidades em contas e processos, como fraudes em licitações, contas de campanha rejeitadas, compra de voto, enriquecimento ilícito e outros como homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e trabalho degradante.

Fonte: O Povo Online

Ar@quém News - sábado, 4 de janeiro de 2014

PSB prepara anúncio de Marina como vice de Campos

O PSB espera que Marina Silva anuncie publicamente que será vice na chapa de Eduardo Campos à Presidência até o fim do mês ou meados de fevereiro. A condição que teria sido imposta pela ex-ministra para que isso ocorra é que a sigla abra mão de apoiar a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo.


"O nosso desejo é que ela (Marina) seja a vice", disse o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), um dos principais articuladores políticos de Campos. O deputado nega que haja uma decisão sobre o quadro paulista, principal foco de tensão entre os integrantes do PSB e da Rede Sustentabilidade, sigla que Marina tentou criar, mas teve o registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

"Essa não é uma decisão que vai ser tomada de cima para baixo, pelo Campos ou por Marina. É uma decisão que os diretórios estaduais vão tomar", disse Albuquerque. No dia 17, Campos vai receber no Recife os principais dirigentes do PSB para definir o cronograma de campanha e discutir a situação dos palanques estaduais.

Fonte: O Povo Online

Ar@quém News - quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

PSDB de Pernambuco vai aderir ao governo de Eduardo Campos


Em um movimento com possível impacto nas eleições para presidente em 2014, o PSDB de Pernambuco anunciou que pretende aderir ao governo de Eduardo Campos (PSB), no Estado. Em nota oficial, o PSDB-PE disse que “deverá” fazer parte do bloco governista, “ocupando espaços do PTB”, que deixou a base no Estado e se aproxima do PT.

Campos e o PSDB, do senador mineiro Aécio Neves, podem se aliar em disputas regionais pelo país em 2014, como em Minas e em São Paulo. Os dois devem ser os principais adversários da presidente Dilma Rousseff no próximo ano. O governador pernambucano e o senador vêm mantendo conversas nos últimos meses sobre eventuais acordos e a possibilidade de dividir palanques em Estados.

Em novembro, Campos disse que os dois partidos mantêm alianças em algumas partes do país “há mais de 20 anos” e que só durante a campanha será possível “discutir” acordos para o segundo turno. O PSDB-PE afirmou ainda que a adesão ao governo “fortalece” a parceria entre os dois partidos, que “trabalham” para coligações em 2014. (das agências)

Fonte: O POVO online



Ar@quém News - segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A reinvenção da política



Por Silvio Caccia Bava


Durante a redação da Constituinte norte-americana de 1787, James Madison, um de seus principais elaboradores e, posteriormente, presidente dos Estados Unidos, defendia a democracia junto a seus pares porque ela era a melhor maneira de defender os ricos e suas propriedades da pressão redistributiva dos pobres.

O pensamento liberal que inspirava James Madison considerava que os únicos que podiam assumir funções políticas - no Parlamento, no Executivo e no Judiciário - eram os proprietários. Era a afirmação da burguesia no poder. Uma nova classe criava então seu pensamento político e um sistema democrático que buscava garantir sua hegemonia política e sua permanência no poder.

Passaram-se mais de duzentos anos e o sistema político democrático liberal mudou pouco. Mas as lutas sociais do século XX acabaram por forçar a ampliação do conceito de cidadania, levando muitos países a adotar o sufrágio universal, o voto direto e secreto por parte dos cidadãos. E nesse novo cenário surgiram novos atores sociais e políticos, os trabalhadores se organizaram e entraram em cena, promoveram revoluções em muitas partes do mundo. 

O bloco soviético e a doutrina socialista tornaram-se uma constante ameaça para a burguesia no poder. Sob a pressão dos movimentos sociais, depois da Segunda Guerra Mundial, a Europa construiu o Estado de bem-estar social, reconhecendo e garantindo direitos sociais, oferecendo políticas públicas universais de qualidade que asseguravam proteção social e boa qualidade de vida para todos.

Para enfrentar essa "perda de controle" do processo democrático por parte das elites econômicas, na segunda metade do século XX o neoliberalismo passou a propor a separação entre economia e política.

O processo econômico, liderado e conduzido por uma coalizão dos grandes grupos financeiros e industriais, correu com autonomia e em paralelo ao mundo da política, este último encarregado de construir a legitimidade dos governantes e administrar as pressões sociais, garantindo o status quo, isto é, a continuidade da democracia liberal e dos processos de eleição que asseguravam a manutenção das elites no poder.

Sob a hegemonia do pensamento neoliberal, a sociedade se organizou não para atender aos interesses das maiorias, mas para satisfazer as demandas dos grupos financeiros e industriais no poder. Para privilegiar os interesses dessa elite econômica, estabeleceu-se uma sabotagem sistemática dos interesses públicos, os interesses da coletividade. O desvio dos recursos públicos para favorecer os grandes negócios, mediante processos de suborno e corrupção que chegam até os dias de hoje, foi o modo dominante para assegurar privilégios. A corrupção tornou-se um procedimento sistemático, constitutivo da forma de fazer política em benefício das elites.

As consequências sociais da livre ação dos grandes conglomerados financeiros e industriais sobre as sociedades em que atuam são devastadoras, aumentando cada vez mais o fosso entre um punhado de ricos, e a grande maioria, cada vez mais privada de suas mínimas condições de vida.

Sem capacidade para processar os conflitos de interesses cada vez mais agudos entre o 1% e os 99%, como denunciam os movimentos Occupy, a democracia liberal, assim como os partidos políticos submetidos à sua lógica, perdeu legitimidade e abriu espaço para novas experimentações.

Novamente a realidade política escapa ao controle das elites e se acirra a disputa pela hegemonia. Essa disputa se dá tanto no plano das ideias quanto no plano da luta social e da formulação de novas políticas públicas. Um novo projeto de sociedade é defendido pelos indignados na Europa; pelos Occupy, nos Estados Unidos; pelos movimentos sociais na América Latina, que há cerca de quinze anos começaram a primeira Primavera. A segunda foi a Primavera Árabe.

Pois bem, esse projeto que se anuncia busca submeter à economia ao controle e direção democráticos, com vistas a priorizar o interesse das maiorias e preservar as condições ambientais, e não mais privilegiar os grandes grupos empresariais e financeiros. Evidentemente, o próprio conceito de democracia também mudou nessa nova disputa. Ele expressa as esperanças e sonhos de todos os despossuídos do planeta, que lutam pela criação social de novos direitos. Abre-se o espaço para o questionamento das atuais instituições e a invenção democrática.

Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil