Ar@quém News - terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Arca das Letras entrega mais 84 bibliotecas no Ceará

O Programa Arca das Letras do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) reinicia suas atividades no Ceará, em 2011, entregando, nesta terça (22) e quarta-feira (23), mais 84 novas bibliotecas para comunidades rurais dos Territórios da Cidadania Sertão Central, Vales do Curu e Aracatiaçu e Sertões de Canindé.  Hoje, já funcionam 807 bibliotecas rurais Arca das Letras no Estado, que beneficiam mais de 80 mil famílias moradoras do campo. Foram capacitados 1.600 agentes de leitura que atuam voluntariamente no empréstimo dos livros e no incentivo à leitura nas comunidades. O Ceará é o segundo estado do país em número de bibliotecas rurais, atrás apenas de Santa Catarina que já alcançou o número de 1.000 arcas das letras implantadas.

A iniciativa amplia o acesso ao livro e à leitura a comunidades rurais de municípios destas regiões que já receberam as Arcas. A ação é resultado da parceria entre o MDA e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrário do Ceará, órgão coordenador do programa no estado, que conta com apoio de prefeituras, do Instituto Agropolos, da Delegacia Federal do MDA no Ceará e da Secretaria de Cidadania e Justiça. Na terça-feira (22) será realizado o evento para entrega de 24 bibliotecas em Senador Pompeu. Elas vão atender comunidades rurais dos municípios de Deputado Irapuan Pinheiro, Piquet Carneiro, Quixeramobim, Senador Pompeu e Canindé. De manhã serão capacitados 48 agentes de leitura, moradores das comunidades responsáveis pelas bibliotecas e pelo incentivo à leitura de forma voluntária. Às 14h se dá a solenidade de entrega das arcas e diplomação dos agentes no Centro Pastoral Nossa Senhora de Guadalupe, na Praça da Matriz.

Na quarta-feira (23) o evento será em Itapipoca, e ocorre no Núcleo de Informação Tecnológica (NIT) do município. Na ocasião, serão entregues mais de 60 bibliotecas para comunidades rurais do município e serão formados 120 novos agentes de leitura. Itapipoca é o município com o maior número de bibliotecas no país. Só no meio rural são 114. Com esta atividade completará 174 bibliotecas. Ainda neste semestre, outras 40 bibliotecas serão implantadas para completar o atendimento a todas comunidades rurais.

Parceria 

A Prefeitura Municipal de Itapipoca custeia a fabricação dos móveis-arca em penitenciárias e o MDA capacita os agentes de leitura para cuidar das bibliotecas e realizar as atividades de incentivo à leitura. Todos os livros são adquiridos junto aos parceiros nacionais. A Secretaria Municipal de Educação criou uma coordenação municipal do Programa Arca das Letras, responsável pelo acompanhamento sistemático dos trabalhos e pela distribuição de novos livros para complementar os acervos. As arcas (móveis-bibliotecas) do Ceará foram fabricadas por sentenciados dos Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira I e II (IPPOO I e IPPOO II). Os sentenciados que fabricam as arcas têm a pena reduzida e recebem bolsas de trabalho do governo do Estado, dentro de seu programa de ressocialização. Arca das Letras chegou no Ceará em 2004, com apoio do Banco do Nordeste e do Projeto Dom Helder Câmara, no Território da Cidadania Sertão Central.

Fonte: Email de Natário Nogueira / Arapá - CE

Americanos apresentam na Uece tecnologia que detecta doenças em 15 minutos


Universidade Estadual do Ceará (Uece) recebeu, nesta segunda-feira (21), a visita de cientistas do Instituto Nuclear Norte-americano. Os pesquisadores apresentaram tecnologia, que detecta, em 15 minutos, doenças causadas por vírus e bactérias como AIDS, hepatite e dengue. Uma amostra de sangue é colocada em um recipiente e depois inserida em um equipamento que, em 15 minutos, divulga o resultado.

Fonte: Verdes Mares

Terminal rodoviário de Coreaú em pleno abandono

A população de Coreaú diz que 17 anos após a inauguração, o terminal rodoviário alferes Raimundo Leopoldo, o único do município, está totalmente abandonado. Há meses o local não é mais utilizado, simplesmente porque não tem condições de abrigar os passageiros. Resultado: a população, que precisa do serviço, é obrigada a esperar o transporte em um posto de gasolina. Clik aqui e assista a reportagem feita pela TV Jangadeiro


Fonte: Email de Natário Nogueira / Foto: Diário do Nordeste

Ar@quém News - segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

R$ 24 milhões para acabar com a extrema pobreza no Ceará

O estudo “Uma Caracterização da Extrema Pobreza no Brasil”, elaborado pelo Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP) do Caen da Universidade Federal do Ceará (UFC), mostra que seriam necessários R$ 24,26 milhões mensais para transferir renda às famílias no Ceará. Em valores anuais significa um montante de R$ 291,15 milhões, superados por São Paulo (R$ 476,5 milhões), Pernambuco (R$ 347,9 mi), Maranhão (R$ 332,2 mi) e Minas Gerais (301,1 mi).De acordo com a pesquisa, mais de 900 mil cearenses e cerca de 10 milhões de brasileiros se encontram em situação de pobreza extrema, com renda inferior a um oitavo de salário mínimo mensal.

Segundo o estudo, para erradicar a pobreza extrema no Ceará seria necessário utilizar 0,75% da proporção da renda familiar. Ou seja, a cada R$ 100 que consumimos em nossas casas, R$ 0,75 precisaria ser transferido a essas famílias. Na média nacional, o valor é menor: R$ 0,29 a cada R$ 100.Para o Pesquisador do Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP), Carlos Eduardo Marino, é preciso entender a magnitude do problema, pois a situação não é tão simples, porém esses valores captados na pesquisa poderiam ser acrescidos a programas sociais como o Bolsa Família.
 
Saiba Mais

A região do país com a maior proporção de pobres é o Nordeste (5,76 milhões e 57,29% do total). Em seguida, o Sudeste (2,09 milhões e 20,86%) e o Norte (1,06 com 10,63%). Os menores percentuais são no Sul (659,7 mil e 6,56%)e no Centro-oeste (468,8 mil e 4,66%).Pesquisa do Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP) revela que a pobreza no Ceará pode ser extinta até 2042. Deixariam a faixa mais de quatro milhões de cearenses, 48% da população. Para isso, o crescimento na renda familiar per capita deveria continuar em 1,58% ao ano.
Fonte: Email de Natário Nogueira / Arapá - CE

A cada dois minutos, cinco mulheres são espancadas no Brasil

Uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. A pesquisa “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado” foi feita em agosto de 2010 e complementa estudo similar de 2001. Foram ouvidos 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos, em 25 Estados, sobre diversos temas. Mas a parte que salta aos olhos é, novamente, a da violência.

Para chegar a essa estimativa, os pesquisadores projetaram, com base em sua amostra, que 7,2 milhões de mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões - 1,3 milhão delas nos doze meses que antecederam a pesquisa. O aspecto positivo dos dados é que eles caíram: há 10 anos, eram oito as mulheres agredidas a cada dois minutos. Isso não deve, porém, minimizar o absurdo de ainda se ter esse enorme contingente de espancadas no País, acreditam os pesquisadores. “Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas”, diz Gustavo Venturi, professor da USP e supervisor da pesquisa.

Força da lei 


A pequena diminuição do número de mulheres agredidas entre 2001 e 2010 pode ser atribuída, em parte, à Lei Maria da Penha. “A lei é uma expressão de uma crescente consciência do problema da violência contra as mulheres”, afirma. Entre os pesquisados, 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que são críticos, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.

Esta edição do estudo traz também dados inéditos sobre o que os homens pensam sobre a violência contra mulheres. Enquanto 8% do total admitem ter batido na mulher, 48% dizem ter um amigo ou conhecido que batem na mulher e 25% têm parentes que agridem as companheiras. “Dá para deduzir que o número de homens que admitem agredir está subestimado. Afinal, metade conhece alguém que bate”, avalia Venturi.

Ainda assim, surpreende que, no total de homens, 2% declarem que “tem mulher que só aprende apanhando bastante”. Além disso, entre os 8% que assumem praticar violência, 14% acreditam ter agido bem e 15% declaram que bateriam de novo, o que indica um padrão de comportamento e não uma exceção.

Respostas sobre agressões sofridas ainda na infância reforçam a ideia de que a violência pode fazer parte de uma cultura familiar. “Pais que levaram surras quando crianças tendem a bater mais em seus filhos”, explica Venturi. No total, 78% das mulheres e 57% dos homens que apanharam na infância acreditam que dar tapas nos filhos de vez em quando é necessário.

O quê?

ENTENDA A NOTÍCIA

Pesquisa r constatou que a cada dois minutos cinco mulheres são espancadas no Brasil. Há 10 anos, eram oito brasileiras agredidas a cada dois minutos. A redução se observa pela nova legislação, mais dura para esse crime.

Fonte: O Povo Online

Charge


Fonte: Blog da Janga

Chuva que não acaba mais

Ontem em Coreaú o dia foi de muita chuva o causa a preocupação de muitos moradores ribeirinha. Por volta das 13:30 hs, começou a chover forte e só foi parar por volta das 18:40 hs. O melhor de tudo foi a sensação térmica de frio que se instalou na cidade, só se via moradores andando pelas ruas com blusas de mangas longas, o comentário geral era o clima serrano. Segundo dados da Funceme, Coreaú registrou a setima maior chuva do estado com 51.0 mm.

Rio Coreaú

Com as intensas chuvas que tem caído na Bacia do Coreaú, o rio tem aumentado consideravelmente de volume. Os moradores ribeirinhos devem, desde já, tomar as precações necessárias, no sentido de atenuar os contratempos, caso se repita o que ocorreu em 2009. As autoridades, desde já, devem pensar em medidas estratégicas para atenuar as conseqüências de uma possível enchente no Rio Coreaú. Alô Defesa Civil, todo cuidado é pouco!!

Fonte: Blog RM no Foco

Ar@quém News - domingo, 20 de fevereiro de 2011

Descaso!

Durante a contrução da rodovia que liga Coreaú a Tianguá foi feito um desvio enquanto eram realizados reparos na ponte do rio juazeiro, porém ao término dos reparos o desvio não foi desmontado, sendo deixado manilhas e muito barro atrapalhando o curso natural do rio.

Dor pode até sumir em situações extremas

Filme "127 horas" mostra a história de jovem que amputou o próprio braço para sobreviver. Veja como isso é possível


Antes mesmo do filme “127 horas” estrear nos cinemas brasileiros, ele já estava sendo bastante comentado por trazer uma cena forte. O protagonista Aron Ralston amputa seu próprio braço com um canivete para se soltar de uma rocha, depois de passar quase cinco dias preso. A cena é tão forte que fez pessoas desmaiarem em salas nos Estados Unidos e Austrália. O mais impressionante é que o incidente realmente aconteceu. O jovem interpretado pelo ator James Franco realmente precisou enfrentar a difícil decisão de cortar fora seu antebraço direito ou morrer preso no fundo de um cânion, em Utah (EUA). O jovem montanhista sobreviveu. Mas afinal, que mecanismos do corpo e da mente entram em funcionamento para ele assumir o controle de uma situação extrema? “O cérebro muda seu modo de funcionamento quando há evidência de risco extremo”, explica o psicólogo Christian Kristensen, especialista em transtorno de estresse pós-traumático e professor da PUC-RS.

Algumas estruturas cerebrais são mais ativadas para que a pessoa consiga agir. Na prática, o indivíduo consegue aumentar sua atenção e seus reflexos, reduzir a percepção de dor e eventuais sangramentos. São respostas automáticas do organismo, adaptadas em homens e animais com o passar do tempo para que pudéssemos sobreviver em situações extremas. “No processo de evolução do ser humano, ele precisou disso para situações de luta e enfrentamento ou de fuga”, explica o psicólogo.

Mais cortisol

O especialista conta que acontece uma ativação maior do eixo formado pelo hipotálamo e pelas glândulas suprarrenal e hipófise. A principal ação do eixo está na liberação do hormônio cortisol. Ele aumenta a pressão arterial, a frequência cardiorrespiratória, a quantidade de açúcar no sangue e fortalece o sistema imunológico. Assim, a pessoa terá aumentada sua possibilidade de sucesso na situação extrema. Na ação específica do sistema imunológico, o organismo recebe reforços contra possíveis infecções e já fica mais atento à possibilidade do corpo se ferir. A percepção de dor reduz bastante por alguns poucos minutos, graças também à liberação de dois importantes neurotransmissores: adrenalina e noradrenalina.

“É como se o organismo se reprogramasse para intensificar processos de curto prazo e reduzir o metabolismo de processos de longo prazo, como os sistemas digestivo e reprodutivo”, explica o psicólogo. “São ativados os processos mais ligados à sobrevivência”, afirma. A dor, por exemplo, é um alerta natural do organismo para apontar a existência de algum problema. Contudo, em situações de risco extremo, ela é suprimida pela ação do cortisol e dos neurotransmissores para que a pessoa não perca o foco na luta pela sobrevivência. Os neurotransmissores também agem provocando a constrição dos vasos periféricos. "O sangue fica concentrado na região central do corpo", explica a psiquiatra Miriam Gorender, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), regional Bahia.

Congelamento

Existe uma terceira resposta à situações extremas, que pode ser confundida com pânico. É o congelamento, quando a pessoa fica sem ação diante do perigo extremo. “Mas não se trata de uma resposta inferior ou menos qualificada. Em alguns casos, ela pode ser a resposta mais adaptada à sobrevivência”, afirma Kristensen. Ele exemplifica com o caso de predadores que deixam de atacar suas vítimas quando elas param de se mexer ou se fingem de mortas. “Não dá para saber ao certo de que forma a pessoa vai responder, em caso de risco extremo”, conta o psicólogo. O processo de resposta é muito rápido, quase automático. No caso do pânico, o congelamento acontece sem que haja uma evidência concreta de ameaça extrema. “A ameaça não é identificável”, explica. É diferente da resposta condicionada pela memória do organismo, acionada em situações de risco como um acidente de trânsito, uma queda nas escadas, um assalto, uma briga, entre outras.

Não é difícil perceber o funcionamento do mecanismo. Diante de um susto, o coração dispara. Às vezes só percebemos que estamos feridos minutos após o ferimento acontecer, como se a dor só voltasse a ser percebida quando nos acalmamos. "Temos inúmeros relatosde soldados, de pessoas feridas em situações de combate", afirma Miriam. "É como se houvesse um bloqueio da dor." Outro fato importante destacado pelo médica é o preparo mental para situações de risco. "Um marinheiro sabe que pode se tornar um náufrago, assim como um montanhista sabe que pode sofrer um acidente", afirma. "Se fôssemos comparar a maneira como um soldado na guerra e uma pessoa num acidente de carro enfrentam a mesma dor, provavelmente o soldado conseguiria lidar melhor com a situação, por estar preparado para ela", diz.

O mecanismo de defesa com cortisol, apesar de eficiente em situações de risco, também tem seus efeitos colaterais. Quando acionado constantemente, pode caracterizar um quadro de estresse crônico e favorecer o surgimento da depressão. É realmente uma questão de tempo. Alguns indivíduos são mais resistentes outros menos, mas todos podem entrar em depressão após exposição excessiva ao efeito do cortisol.

Fonte: IG

Mulheres jovens são o principal alvo da campanha de prevenção à aids no carnaval

As jovens de 15 a 24 anos de idade, com baixa escolaridade e renda, são o principal alvo da campanha publicitária de prevenção à aids no carnaval deste ano. O Ministério da Saúde lançará a campanha na próxima sexta-feira (25). De acordo com o Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais (DST), a campanha terá duas fases. Antes do carnaval, o apelo é para o uso do preservativo nas relações sexuais. Depois do período da festa, a ideia é estimular a fazer o teste HIV para quem teve relação sexual desprotegida com parceiro casual ou fixo.

Desde 2008, as mulheres têm sido objetivo das campanhas nacionais de prevenção à aids no carnaval, porque levantamentos constatam aumento de casos da doença entre elas. Apesar de o número de homens com aids ser maior que o de mulheres no Brasil, a diferença entre os sexos vem diminuindo nos últimos anos. Em 1989, para cada seis homens infectados existia uma mulher. Em 2009, a proporção é de 1,6 caso em homens para uma mulher. De 1980 a junho de 2010, 65,1% das infecções foram no sexo masculino (385.815) ante 34,9% do sexo feminino, o equivalente a 207.080 casos.

Entre os infectados, o grau de escolaridade das mulheres é mais baixo em comparação ao dos homens. A média delas é de quatro a sete de anos de escolaridade e, entre os homens, de oito a 11, conforme dados divulgados pelo departamento no dia 1º de dezembro do ano passado – Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

Fonte: Agência Estado