Ar@quém News - segunda-feira, 28 de março de 2011

Ar@quém News - domingo, 27 de março de 2011

Corrupção! O rombo de verbas do SUS

Criado em 1990 para assegurar o pleno atendimento médico-hospitalar à população, o Sistema Único de Saúde (SUS) transformou-se no tesouro mais nobre e vulnerável do orçamento público brasileiro. Recursos bilionários e pulverizados são desviados de hospitais, clínicas credenciadas e unidades de saúde. Investigações administrativas do Ministério da Saúde e da Controladoria Geral da União, concluídas entre 2007 e 2010, apontaram desvios de R$ 662,2 milhões no Fundo Nacional de Saúde.

O prejuízo pode ser bem maior, pois somente 2,5% das chamadas transferências fundo a fundo são fiscalizadas, de acordo com a CGU. Só as irregularidades já atestadas financiariam a construção de 1.439 unidades básicas de saúde e de 24 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), além de pagar os salários de um ano inteiro, com 13, de 1.156 equipes do Saúde da Família. Em procedimentos, equivaleria a 1,21 milhão de cesarianas ou 1,48 milhão de cirurgias de hérnia. O volume de dinheiro fiscalizado contrasta com a quantidade de desvios impunes. As fraudes incluem compras e pagamentos irregulares, superfaturamentos, desperdício com construção de hospitais que não funcionam e até contratação de um mesmo médico para 17 lugares ao mesmo tempo. Nos quatro anos analisados, o prejuízo foi de R$ 223,07 milhões.

Fonte: Sobral de Prima

Dúvida! O que é Hora do Planeta?

A Hora do Planeta é um movimento anti-aquecimento global da ONG WWF para mobilizar a sociedade em torno da luta contra o aquecimento global, realizada desde 2007. Em um período de 60 minutos (correspondente a 1 hora) do último sábado de março de cada ano, governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

No primeiro ano, apenas a cidade de Sydney (Austrália) participou. Já em 2008, o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais. Já em 2009, foram 3922 cidades em 88 países do globo.

Fonte: Winkipédia

Século XXI: Banalização da intimidade

Ontem à noite eu estava assistindo ao programa Melhor do Brasil no quadro Vai dar Namoro que é exibido todos os sábados pela emissora Rede Record, quando presenciei um fato que em minha concepção é um desrespeito para com as pessoas que consideram o beijo na boca como um modo de afeição romântica. Vi dois jovens se beijando como se conhecessem há muito tempo, infelizmente a mulher que beijou o jovem não sabia nem o nome do mesmo, referiu-se a ele como “o menino da blusa vermelha”, o apresentador do programa Rodrigo Faro se espantou (ou fingiu) por ver aquela cena lastimável e falou: “mais eles nem se falaram platéia!”. Diante disso creio ser necessário pararmos para pensar a respeito do conteúdo que cotidianamente chega a nossos lares. Quais são os valores perpetuados? Onde pessoas banalizam sua intimidade e transformam-na num produto a ser comercializado como ocorre nos reality shows que além de beijos praticam algumas coisas a mais debaixo dos edredons, não é querendo ser moralista, mas é deprimente ver a boniteza de um beijo se transformar em algo tão vazio e destituído de significados caindo em total degradação. Sei que vivemos em uma sociedade onde se prima pela liberdade, mas ser livre significa antes de tudo, ter certas limitações. O que se presencia hoje é uma verdadeira libertinagem, onde seres humanos se desrespeitam chegando a perder o senso do ridículo. Após fazer uma breve crítica do que acompanhei deixo aos internautas uma importante pergunta: como pode uma pessoa beijar outra sem dialogar e sem ter nenhum tipo de sentimento? 

Autor: Hélio Costa



Ar@quém News - sábado, 26 de março de 2011

Filhos! Entenda como o bullying pode mudar a vida do seu filho

Conheça os casos de duas pessoas que enfrentaram o assédio violento dos colegas e entenda as sequelas enfrentadas pelas vítimas.

Dannyrooh tem 10 anos e sofre de miastenia grave, doença crônica que provoca fraqueza muscular e fadiga em resposta a esforços físicos. Por isso, ele não pode participar das aulas de educação física na escola. Mas alguns de seus colegas de classe não entenderam o problema e no início da 4ª série Dannyrooh começou a ser vítima de bullying. “Todos os dias o chamavam de ‘menininha’, ‘fracote’, até que começaram a bater nele”, diz a mãe Josecleia de Oliveira, autônoma. Não era à toa que o menino andava tão diferente e desanimado antes de Josecleia descobrir o problema.

“Durante a noite, eu percebia que ele chorava. Quando eu perguntava qual era o problema, ele dizia ter tido um pesadelo. Mas pesadelo todos os dias?”, questionou a mãe. Depois de três meses aguentando a barra sozinho, Dannyrooh finalmente falou sobre o bullying. Mas a escola em que o menino estudava, em Curitiba, no Paraná, não se mostrou muito disposta a resolver o caso. Hoje ele cursa a 5ª série em outra escola. E recentemente ganhou um pé quebrado por causa de um menino que o bateu. “De novo, meu filho ficou com medo de voltar à escola”, conta ela.

Omissão escolar

Ao saber que o filho tinha apanhado de outras crianças, Josecleia imediatamente procurou a escola. Ouviu da pedagoga que aquilo “não acontecia por maldade”. Na segunda vez, aconteceu na saída. “Disseram que fora da escola nada podia ser feito, já não era mais problema deles”, relembra. Foi o estopim. Josecleia chegou ao ponto de entrar na escola e ameaçar toda a sala de aula do filho. “Errei, mas eu estava sofrendo tanto que cheguei a um estágio inimaginável”, explica.

Ao final do ano, Josecleia procurou uma nova escola. Conversou com a diretora e ela garantiu que as crianças praticantes do bullying não seriam aceitas ali. O comprometimento escolar, obtido pela cobrança e atuação da mãe, teve efeito. Dannyrooh hoje tem vários amigos e sua vida melhorou bastante: “Eu ficava muito aborrecido, não brincava com ninguém e me odiavam. Agora não”. Ele afirma, com toda certeza, que ninguém merece passar pelo mesmo que ele.

Para o psicólogo e terapeuta familiar João David Cavallazzi Mendonça, a história de Dannyrooh ressalta o problema das escolas em lidar com o bullying. “Uma instituição jogou o bullying para debaixo do tapete, a outra inibiu. Mas só isso não adianta. O bullying pode ser criado a qualquer momento”, afirma. A atenção dos pais, que não faltou para o garoto, não é menos importante. “Expressar o afeto pela criança e reforçar as qualidades dela pode ajudá-la muito a se blindar contra o peso do assédio”, diz João David.

10 anos depois

A artista plástica Samantha Reis, hoje com 29 anos, começou a sofrer bullying na pré-adolescência. Por vergonha e falta de coragem, não foi capaz de contar aos pais o que acontecia na escola. “Você só tem coragem de falar 10 anos depois”, afirma. Aos 10 anos, mesma idade de Dannyrooh, ela começou a enfrentar a maldade dos colegas de sala. “Eu tinha tudo para não ser aceita: usava óculos de fundo de garrafa, aparelho, era gorda”, conta. Ao chegar ao colegial, Samantha passou a fazer aulas de teatro e cursou magistério, assim seu horário de saída seria diferente das outras classes e ela não teria de enfrentar o momento de maior vulnerabilidade, quando todos os alunos estão fora das salas e mais longe dos olhos dos professores.

Ainda assim, certo dia ela seguia em direção à saída quando um grande grupo de colegiais começou a sair de suas classes. “Eles se uniram e começaram a me xingar”, conta. “Foi uma coisa de filme norte-americano. Mas contei com a ajuda de um menino popular da escola, que deu uma de super-homem”, completa. Os dois se conheceram nas aulas de teatro e o garoto enfrentou o grupo de “bullies”, dizendo que ninguém a conhecia para falar com ela daquela maneira. “Ele tinha se permitido conhecer uma pessoa diferente”, avalia.

Para a Samantha daquela época, contar aos pais que era rejeitada por causa de sua aparência parecia completamente absurdo. “Eu sempre fui criada para sublimar a questão da aparência. Isso não era importante”, diz. O teatro ajudou a criar um pouco de autoconfiança, mas ela assume que até hoje tem a autoestima abalada pelo bullying sofrido na adolescência. “Eu ainda tenho medo de assumir que não sei algo a respeito de um assunto, porque o que me segurava na escola era ser inteligente”, conta. Mas o tempo também deu a ela alguma tranquilidade em relação ao passado. “Ao entrar na faculdade, comecei a ver que o mundo era diferente daquilo”.

De acordo com o terapeuta João David, os pais poderiam ter desempenhado um papel determinante se soubessem o que acontecia. “A criança não tem a percepção mais ampla, do adulto ou da escola, sobre o caso, e pode ficar fragilizada”, diz. Embora Samantha não tenha conversado com os pais, eles sempre foram muito presentes em sua vida. Isso pode ter impedido que ela oprimisse algumas características de sua personalidade. “Se não encontra um ambiente favorável em casa, a criança pode acabar se fechando ainda mais”, diz o terapeuta.

Escola, casa e internet

Samantha fica contente por não ter passado por estes apuros em uma época de popularização da internet, como hoje. “Quando eu saía da escola, o bullying acabava. Dentro de casa eu estava segura”, diz. Mas a rede, até hoje acusada de perpetrar e intensificar as perseguições, teve papel oposto no recente caso do garoto australiano Casey Heynes, de 15 anos, que reagiu ao assédio constante de um colega de escola jogando-o contra o chão. Para João David, o bullying não deve ser resolvido com violência, como aconteceu com Casey. Mas não se pode negar que a web salvou o adolescente ao quebrar o silêncio em torno do problema sofrido por ele. “A internet também pode servir para uma reflexão a respeito do bullying”, afirma.

Fonte: IG

Mercado! Brasil corre para adotar novo padrão de internet

Operadoras de telefonia e portais de conteúdo brasileiros correm contra o tempo para se preparar para o novo padrão mundial de navegação na internet, informa Camila Fusco, em reportagem na Folha deste sábado. Com o esgotamento dos endereços IP atuais -conjunto de números e códigos distribuídos pelos provedores no ato da conexão-, as empresas enfrentam o desafio de preparar sua infraestrutura para o novo padrão, previsto para vigorar em pouco mais de um ano.

Das 800 companhias que distribuem protocolos IP para os cerca de 75 milhões de internautas, apenas 200 estão preparadas para o novo formato, chamado IPv6. "Temos 16 meses para aprontar toda a cadeia. O formato permitirá que novos internautas naveguem. Sem ele, a internet não cresce", diz Frederico Neves, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, que distribui os endereços no país. Segundo Neves, esse é o tempo que deve durar o estoque do padrão atual, o IPv4, hoje com 25 milhões de endereços disponíveis para a América Latina. O Brasil vai consumir 50% desse volume. Click na imagem para ampliá-la. 

Fonte: Folha

Mercado! Brasil vai colocar mais água na gasolina e importar álcool

Em nova tentativa de conter a escalada de preços dos combustíveis, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) autorizou o aumento na quantidade de água no álcool anidro, que é misturado à gasolina vendida nos postos, informam José Ernesto Credendio e Leila Coimbra, em reportagem na Folha deste sábado. Desde ontem, o etanol anidro pode ter até 1% de água, que é a especificação no exterior. Antes, no Brasil, o teor máximo era de 0,4%.

O limite para o etanol ser considerado anidro é 1% de água. A mudança, assim, permitirá a importação de álcool dos EUA, que tem mais água. Com a alta dos preços do petróleo, é mais barato para o país importar álcool do que gasolina. A mudança não afetará o álcool combustível (hidratado), vendido nos postos. Conforme resolução publicada pela ANP, o teor real de etanol anidro na gasolina cai de 98% para 92,1%. A medida vale até 30 de abril, quando termina a entressafra de cana no centro-sul.

Importação

Além dessa medida, o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, informou ontem que um carregamento de gasolina importado pela Petrobras chegará ao Brasil até o dia 15 de abril. Segundo ele, a gasolina será armazenada e utilizada em caso de necessidade. "No ano passado a gente importou para 10 dias, não deve ser muita coisa diferente disso", afirmou...

No ano passado a Petrobras importou 3 milhões de barris de gasolina de várias origens no início do ano, o que não fazia há cerca de 40 anos, também em função de um mercado interno aquecido. Costa informou que as refinarias da empresa estão trabalhando a plena capacidade e produzindo 380 mil barris diários de gasolina, totalmente absorvidos pela demanda interna.

Escalada de Preços

O álcool manteve a escalada de preços nesta semana nos postos de São Paulo e chegou a R$ 2,80 por litro, segundo outra reportagem da Folha de hoje. O preço médio registrado pela pesquisa semanal da Folha foi de R$ 2,19 por litro, com alta de 20% em 30 dias. A tendência de alta do álcool, no entanto, pode estar no fim. O hidratado já sai das usinas com preços menores do que há uma semana. É o que mostram os valores de negociações do hidratado em Paulínia, conforme dados do Cepea. Demanda menor e oferta maior vão derrubar os preços.

Fonte: Folha 

Reflexão! "Construa com Sabedoria"

"Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.

O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados. Foi uma maneira negativa de ele terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa. E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse: "Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você".

O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente. O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.

Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás. Você é o carpinteiro. Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes. Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói". Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" que você vai morar amanhã.

Construa com Sabedoria!"


Autor desconhecido

Nacional! Projeto que prevê redução de pena para preso que estudar beneficiará 8,9% da população carcerária

Se for sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, o projeto de lei que incentiva a recuperação social dos presos que cumprem pena em regime aberto e semiaberto por meio do estudo beneficiará apenas 8,9% da população carcerária. Dos 445,7 mil presos de todo o país, só 40 mil estudam. O projeto de lei, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (23), prevê a redução de um dia de pena para cada 12 horas de estudo em cursos de ensino regular ou profissionalizante.

Os cursos podem ser do ensino fundamental, médio, profissionalizante, superior, de formação ou de requalificação profissional. As aulas poderão ser presenciais ou a distância. Caso o apenado cometa falta grave, ele perderá um terço do benefício já concedido. Em caso de reincidência, a perda será integral. Segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), hoje 9,5 mil detentos estão sendo alfabetizados no sistema carcerário. Além disso, 22 mil cursam o ensino fundamental; 6,4 mil, o ensino médio; e 265, o ensino superior. Também há 1,6 mil presos cursando o ensino profissionalizante.

De acordo secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, a expectativa é que a aprovação da proposta estimule a formação escolar dos presos. “O benefício é para a sociedade, pois aumenta a perspectiva do condenado quando deixa a prisão. Ele tem mais possibilidades de ser reinserido na sociedade e arranjar um trabalho digno.” O projeto muda a Lei de Execução Penal. Como já havia sido aprovado pelos senadores e agora foi alterado na Câmara, o projeto retorna ao Senado para nova deliberação. “Acredito que a matéria será votada rapidamente. Alguns estados têm iniciativas como essa e, com a lei aprovada, elas vão proliferar”, disse o Pereira. A Lei de Execuções Penais já prevê a redução da pena por tempo de trabalho. O benefício é um dia a menos de prisão a cada três dias trabalhados.

Fonte: Agência Brasil

Foto da nova escola de Araquém

A nova escola de Araquém está prestes a ser entregue. Ultimos preparativos!