Ar@quém News - quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Exército americano quer que treinamento virtual passe aos alunos a sensação de dor

Os confrontos bélicos são parte da história dos Estados Unidos e, por isso, a preocupação das autoridades militares do país com a formação de soldados é enorme. Tendo em vista a geração que vai se alistar nos próximos anos, os responsáveis pelo treinamento dos recrutas querem aprimorar ainda mais os simuladores de ação, mas de uma forma no mínimo curiosa. A proposta sugere que, mesmo em simuladores virtuais, os futuros soldados sintam dor como se fosse na vida real.

Tudo isso porque o uso dos “jogos” em primeira pessoa se tornou comum nos treinamentos da geração atual de soldados. Os próprios militares admitem que a simulação de situações em três dimensões cria uma gama de possibilidades para novos projetos. No entanto, com o uso excessivo da tecnologia, cresce a preocupação: será que eles estarão preparados também quando a guerra ocorrer na prática?

Para auxiliar a responder esta pergunta, a divisão de eletrônicos está começando a trabalhar para atender ao pedido. Eles já adaptaram mais de 23 games para se tornarem simuladores no treinamento dos recrutas, anunciaram planos para criarem verdadeiros mundos eletrônicos e até projetaram um capacete para navegação em 360º. O próximo passo é justamente criar um motor de impacto físico, para tornar as simulações ainda mais reais e desgastantes.

Já há algumas ideias de como transformar a proposta em um projeto concreto, mas tudo ainda está muito no início. Um bom exemplo de como o sistema pode funcionar são os sensores de vibração dos controles de videogame. Em um jogo de tiro, por exemplo, ao ser atingido, o joystick vibra. A reação que se quer nos treinamentos do exército é semelhante, porém com a intensidade certa, de acordo com cada tipo de ação realizada.

Fonte: Techtudo
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