Da Jangadeiro Online - "Todo dia, o Barra Pesada exibe cenas de violência contra crianças. São crianças usadas para a prática de crimes, para despistar o tráfico de drogas, para pedir esmolas, para abusos sexuais e para tudo mais quanto se possa imaginar e não imaginar em matéria de tragédias humanas.
E no meio de toda essa avalanche de indignidades, por incrível que pareça, ouve-se a notícia em rede nacional de que o Tribunal Superior de Justiça – STJ- absolveu o acusado dos estupros de três meninas de doze anos, em Brasília.
O tribunal argumenta, para justificar sua decisão, que não houve violência porque as meninas já vinham se prostituindo antes. É o mesmo tribunal que esvaziou a “Lei Seca”, criada para acabar com a impunidade dos motoristas que dirigem embriagados. Pela sua decisão, os acusados ficarão cada vez mais distantes da punição, uma vez que não são obrigados a submeter-se á prova do bafômetro e dos exames médicos.
Vimos ainda através do Barra Pesada um gay acusando um outro de estar espalhando o vírus HIV, em Juazeiro. Com ironia, afirmou que fez a denúncia por uma questão de consciência, já que no Brasil não existem mais leis. É uma maneira de dizer que prevalece a impunidade.
Apesar do respeito pelo judiciário, não podemos silenciar diante de contrastes tão graves. São tão graves que o próprio ministério público, a ministra dos direitos humanos e outras instituições nacionais já recorreram contra o STJ. Querem que ele reforme sua decisão no caso do estuprador por ser um crime que, se não punido, compromete o próprio judiciário e os esforços de proteção à infância desamparada."
E no meio de toda essa avalanche de indignidades, por incrível que pareça, ouve-se a notícia em rede nacional de que o Tribunal Superior de Justiça – STJ- absolveu o acusado dos estupros de três meninas de doze anos, em Brasília.
O tribunal argumenta, para justificar sua decisão, que não houve violência porque as meninas já vinham se prostituindo antes. É o mesmo tribunal que esvaziou a “Lei Seca”, criada para acabar com a impunidade dos motoristas que dirigem embriagados. Pela sua decisão, os acusados ficarão cada vez mais distantes da punição, uma vez que não são obrigados a submeter-se á prova do bafômetro e dos exames médicos.
Vimos ainda através do Barra Pesada um gay acusando um outro de estar espalhando o vírus HIV, em Juazeiro. Com ironia, afirmou que fez a denúncia por uma questão de consciência, já que no Brasil não existem mais leis. É uma maneira de dizer que prevalece a impunidade.
Apesar do respeito pelo judiciário, não podemos silenciar diante de contrastes tão graves. São tão graves que o próprio ministério público, a ministra dos direitos humanos e outras instituições nacionais já recorreram contra o STJ. Querem que ele reforme sua decisão no caso do estuprador por ser um crime que, se não punido, compromete o próprio judiciário e os esforços de proteção à infância desamparada."