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| Foto: Unicamp |
Da Carta Capital - "O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, deixará o cargo no início de abril. Para substituí-lo, foi escolhida a demógrafa e professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marta do Amaral Azevedo. Ela será a primeira mulher a assumir a presidência da Funai, após cinco anos da gestão de Meira, a mais longa de um presidente do órgão.
De acordo com o órgão, ainda não há data marcada para a saída do atual presidente. No entanto, a troca de comando deverá ocorrer ainda na primeira quinzena de abril. A assessoria da Funai não informou o motivo que levou Meira a deixar o cargo.
Azevedo é graduada em ciências sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e doutora em Demografia pela Unicamp. Atualmente, é pesquisadora e professora do Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp.
A professora tem experiência na área de demografia antropológica e demografia de etnias, atuando principalmente nas áreas de saúde, educação e etnologia indígena.
A nova presidenta da Funai terá como desafio buscar a solução de impasses entre o órgão e representantes de comunidades indígenas, além de lidar com a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre demarcação de terras indígenas e com denúncias de violação de direitos humanos em comunidades indígenas."
De acordo com o órgão, ainda não há data marcada para a saída do atual presidente. No entanto, a troca de comando deverá ocorrer ainda na primeira quinzena de abril. A assessoria da Funai não informou o motivo que levou Meira a deixar o cargo.
Azevedo é graduada em ciências sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e doutora em Demografia pela Unicamp. Atualmente, é pesquisadora e professora do Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp.
A professora tem experiência na área de demografia antropológica e demografia de etnias, atuando principalmente nas áreas de saúde, educação e etnologia indígena.
A nova presidenta da Funai terá como desafio buscar a solução de impasses entre o órgão e representantes de comunidades indígenas, além de lidar com a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre demarcação de terras indígenas e com denúncias de violação de direitos humanos em comunidades indígenas."
