Antes de tudo, gostaria de demonstrar publicamente meu extremo apresso pela pessoa (embora não o conheça frente a frente) e obra do conterrâneo Leonardo Pildas. Cito, sobretudo, o livro intitulado “História de Coreaú (1702-2002)”, o qual, de forma incontestável, foi rica e minuciosamente pesquisado, em trabalho de acurado rigor, comprovado através de fontes documentais, em que consegue apresentar a História Geral (frise- se “História Geral”) de nosso município, não cabendo sobre ele, portanto, grandes aprofundamentos em fatos específicos. O que apontei em texto recente, entretanto, deixa na forma como está (admito) espaço para interpretações dúbias.
A contribuição de Leonardo Pildas para o enriquecimento cultural coreauense é imprescindível. Todos os demais trabalhos hitoriagráficos que vieram e venham a acontecer posteriormente trilham o caminho nicialmente desbravado (e bem desbravado) por Pildas.
Não tive a oportunidade de ler sua obra por completo, Sr. Leonardo Pildas, até por não tê-la ainda, liso que sou. Portanto, ao falar textualmente, nem dela me referia em específico, de fato. E não falo que Benedito Tonho é totalmente apagado, digo “praticamente apagado”, uma vez que a parte que a ele se refere é sem dúvida curta.
Percebo, assim, necessidade de se rememorar mais profundamente sua história, enquanto representante das lutas populares, com um destaque regional grande. Lembro-me, por exemplo, do nome de tal figura histórica sendo homenageada em Itapipoca, por ocasião da 15º Romaria da Terra, com um público presente de mais de quinze mil pessoas do Brasil todo – vinte cinco anos após seu falecimento. Vê-lo, então, praticamente esquecido pelos coreauenses me causa tristeza.
Tratando do ponto em que digo que a história coreauense é uma história das elites, como não só aqui, falo não pela posição pessoal de um escritor X ou Y, mas a capacidade que têm de fazerem-se lembradas (as elites) por aqui, como em nomes de ruas, biografias pessoais, lembrancinhas e tudo mais.
Ademais, sinto-me extremamente honrado com os comentários elogiosos, preferidos logo de Leonardo Pildas (embora não goste de aprofundar elogios muito fortes a indivíduos, porque não aprecio estimular envaidecimento). Muito grato pelo aparte, propiciando me explicar também.
Coreaú, 29 de abril de 2012.
Benedito Gomes Rodrigues
A contribuição de Leonardo Pildas para o enriquecimento cultural coreauense é imprescindível. Todos os demais trabalhos hitoriagráficos que vieram e venham a acontecer posteriormente trilham o caminho nicialmente desbravado (e bem desbravado) por Pildas.
Não tive a oportunidade de ler sua obra por completo, Sr. Leonardo Pildas, até por não tê-la ainda, liso que sou. Portanto, ao falar textualmente, nem dela me referia em específico, de fato. E não falo que Benedito Tonho é totalmente apagado, digo “praticamente apagado”, uma vez que a parte que a ele se refere é sem dúvida curta.
Percebo, assim, necessidade de se rememorar mais profundamente sua história, enquanto representante das lutas populares, com um destaque regional grande. Lembro-me, por exemplo, do nome de tal figura histórica sendo homenageada em Itapipoca, por ocasião da 15º Romaria da Terra, com um público presente de mais de quinze mil pessoas do Brasil todo – vinte cinco anos após seu falecimento. Vê-lo, então, praticamente esquecido pelos coreauenses me causa tristeza.
Tratando do ponto em que digo que a história coreauense é uma história das elites, como não só aqui, falo não pela posição pessoal de um escritor X ou Y, mas a capacidade que têm de fazerem-se lembradas (as elites) por aqui, como em nomes de ruas, biografias pessoais, lembrancinhas e tudo mais.
Ademais, sinto-me extremamente honrado com os comentários elogiosos, preferidos logo de Leonardo Pildas (embora não goste de aprofundar elogios muito fortes a indivíduos, porque não aprecio estimular envaidecimento). Muito grato pelo aparte, propiciando me explicar também.
Coreaú, 29 de abril de 2012.
Benedito Gomes Rodrigues