Os tumores de próstata, mama, intestino e pulmão são o alvo inicial. O teste possibilita detectar uma única célula tumoral entre 1 bilhão de células saudáveis. E poderá, no futuro, até substituir, em determinados casos, mamografias, colonoscopias e outros métodos que são invasivos, para o diagnóstico da doença.
O teste, inicialmente, poderá também ajudar a monitorar a evolução de terapias. Atualmente são utilizados mecanismos como ultrassom e ressonância magnética que só detectam mudanças no câncer, de dois a quatro meses, depois de iniciado o tratamento. Este novo exame será útil especialmente em casos de câncer com maior risco de metástase (quando as células cancerígenas se deslocam do local de origem do tumor e se espalham por outras regiões do organismo).
Vale mencionar, contudo, que segundo especialistas a expectativa é de que o processo de aprovação e disponibilização deste exame leve cerca de dois anos.
O teste, inicialmente, poderá também ajudar a monitorar a evolução de terapias. Atualmente são utilizados mecanismos como ultrassom e ressonância magnética que só detectam mudanças no câncer, de dois a quatro meses, depois de iniciado o tratamento. Este novo exame será útil especialmente em casos de câncer com maior risco de metástase (quando as células cancerígenas se deslocam do local de origem do tumor e se espalham por outras regiões do organismo).
Vale mencionar, contudo, que segundo especialistas a expectativa é de que o processo de aprovação e disponibilização deste exame leve cerca de dois anos.
Fonte: Saúde Brasil
