A edição 2012 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá mudanças em relação aos anos anteriores, quando problemas na confecção e na aplicação das provas foram detectados. As novidades para o exame, anunciadas pelo ministro da Educação, Aloízio Mercadante, serão detalhadas na quinta-feira (24).
O procurador do Ministério Público Federal do Ceará, Oscar Costa Filho, que por duas vezes solicitou a anulação do Enem após denúncias de irregularidades, disse ao Jangadeiro Online esperar que as mudanças não sejam insignificantes. “Se forem mudanças superficiais não vai adiantar de nada”, pontua.
Para haver uma mudança eficaz, Oscar aponta que é preciso uma reforma na estrutura do exame e mais segurança na aplicação da prova, para evitar casos como o vazamento de questões no Enem 2011 não se repita.
Banco de itens
Ainda segundo Oscar Filho, o banco de itens do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep) não é suficiente. “O banco de itens tem que estar abastecido para quando tiver o pré-teste não haja o risco vazamento de questões, como houve no Colégio Christus e em mais 29 escolas do Ceará”.
O procurador explica que o pré-teste é espelho da prova que vai acontecer no ano seguinte. “Por exemplo, em 2010 os alunos do Christus fizeram o pré-teste e em 2011 as mesmas questões estavam no Enem”.
Redação
Entre os pontos que devem sofrer alterações estão a nota e correção da redação, conforme diz Oscar. “A redação desequilibra a nota do candidato, tem um peso muito grande e valor absoluto no resultado final do aluno. Por esse motivo, é errado o aluno não poder recorrer à Justiça e pedir a revisão da correção”.
O procurador acredita também ser errado que a correção da redação seja remunerada por produção. “A correção da redação não pode ser feita com base naquele que vai ganhar por mais redações corrigidas”, finaliza.
O procurador do Ministério Público Federal do Ceará, Oscar Costa Filho, que por duas vezes solicitou a anulação do Enem após denúncias de irregularidades, disse ao Jangadeiro Online esperar que as mudanças não sejam insignificantes. “Se forem mudanças superficiais não vai adiantar de nada”, pontua.
Para haver uma mudança eficaz, Oscar aponta que é preciso uma reforma na estrutura do exame e mais segurança na aplicação da prova, para evitar casos como o vazamento de questões no Enem 2011 não se repita.
Banco de itens
Ainda segundo Oscar Filho, o banco de itens do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep) não é suficiente. “O banco de itens tem que estar abastecido para quando tiver o pré-teste não haja o risco vazamento de questões, como houve no Colégio Christus e em mais 29 escolas do Ceará”.
O procurador explica que o pré-teste é espelho da prova que vai acontecer no ano seguinte. “Por exemplo, em 2010 os alunos do Christus fizeram o pré-teste e em 2011 as mesmas questões estavam no Enem”.
Redação
Entre os pontos que devem sofrer alterações estão a nota e correção da redação, conforme diz Oscar. “A redação desequilibra a nota do candidato, tem um peso muito grande e valor absoluto no resultado final do aluno. Por esse motivo, é errado o aluno não poder recorrer à Justiça e pedir a revisão da correção”.
O procurador acredita também ser errado que a correção da redação seja remunerada por produção. “A correção da redação não pode ser feita com base naquele que vai ganhar por mais redações corrigidas”, finaliza.
Fonte: Jangadeiro Online