O mais recente relatório da comissão independente da ONU que investiga a violação dos direitos humanos na Síria, divulgado nesta quinta-feira, atriubui às forças de segurança do ditador Bashar Assad a maioria dos abusos cometidos contra os direitos fundamentais. O levantamento, que engloba os meses de março, abril e maio, também menciona algumas táticas de grupos da oposição, como a captura de soldados do regime, que em seguida foram torturados e mortos.
A comissão internacional, porém, afirma que a grande maioria das violações documentadas "foi cometida pelo Exército e pelos serviços de segurança sírios, no âmbito de operações militares de busca em localidades conhecidas por abrigar desertores, pessoas armadas e simpatizantes da oposição".
O relatório das Nações Unidas indica ainda uma "crescente militarização" do conflito, tanto por parte das forças governamentais quanto dos grupos opositores. "A comissão continua extremamente preocupada com a situação dos direitos humanos no país, onde as graves violações não diminuíram, em um contexto crescentemente militarizado, apesar do acordo das partes sobre o plano de seis pontos do enviado especial conjunto (da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan)", afirma o documento.
A comissão internacional, porém, afirma que a grande maioria das violações documentadas "foi cometida pelo Exército e pelos serviços de segurança sírios, no âmbito de operações militares de busca em localidades conhecidas por abrigar desertores, pessoas armadas e simpatizantes da oposição".
O relatório das Nações Unidas indica ainda uma "crescente militarização" do conflito, tanto por parte das forças governamentais quanto dos grupos opositores. "A comissão continua extremamente preocupada com a situação dos direitos humanos no país, onde as graves violações não diminuíram, em um contexto crescentemente militarizado, apesar do acordo das partes sobre o plano de seis pontos do enviado especial conjunto (da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan)", afirma o documento.
Fonte: Veja - EFE