Ar@quém News - sábado, 9 de junho de 2012

Coreaú: ciranda dos candidatos em perspectivas

´Boatos ou estratégias? A ciranda de perspectivas de candidatos em potencial será a tônica até a data limite para registro de candidaturas e tal postura não é nova. Poucos são os pré-candidatos que divulgam suas pretensões enquanto podem omitir, sobretudo aqueles que estão além fronteiras do poder. E os motivos, embora pouco revelados, sabemos que são de natureza econômica, retaguarda e em alguns casos aguardando possíveis inclusões na tal ficha (“suja” ou “limpa”), dentre outros. Enquanto isso resta as mais variadas versões desta ou daquela possibilidade de algozes adversários históricos partirem juntos, mesmo sabendo das reais chances de posteriores conflitos de interesses, porém o medo do ostracismo involuntário é mais aterrorizante, escancarando assim a incoerência ideológica e a posição que o povo lhe ofertou. As estranhas opções de partidos, geralmente para parentes ou amigos mais “chegados” é uma das alternativas de “fugirem” facilmente das “amarras” da sua “verdadeira” agremiação, daí a vulnerabilidade dos partidos políticos em detrimento dos interesses particulares dos “importantes” filiados. Não me sinto a vontade para classificá-los errados, pois geralmente os partidos, em determinadas circunstâncias os tratam de maneira semelhante, os “descartam, até porque são dirigidos por outros “eles”, isto é, por alguém que foi ou será vítima do descarte quando estiver pouco ou totalmente inútil, conforme devida conjuntura.

Fonte: Blog Teleducador
Comentários
1 Comentários

Um comentário:

Benedito Gomes Rodrigues disse...

E em Coreaú, já vamos – segundo o que chega de informação às minhas contas – pelo menos na terceira pesquisa patrocinada por políticos locais. É na base dos "testes", consultas, boatos que está se dando o período pré-eleitoral. Se isto é mais bom do que ruim, ou vice-versa, cabe uma análise aprofundada. Uma coisa é certa, com os volteios da ciranda mostra-se o descaramento de tantos. Nem assim, talvez, seja suficiente para acordar a maioria do povo (infelizmente).

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