Sete em cada dez homossexuais na cidade de São Paulo já sofreram algum tipo de agressão (verbal, física ou sexual), revela pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e do Centro de Referência e Treinamento em DST.
O estudo, realizado na área central, entrevistou 1.217 gays que estavam em 92 locais (casas noturnas, saunas, cinemas e ruas). Pela metodologia usada, é possível dizer que a amostragem representa essa população.
Os dados também apontam uma alta taxa de prevalência do vírus HIV, de 16%, entre os entrevistados que aceitaram fazer o teste da Aids (776). Em 2010, um levantamento nacional, feito nas principais capitais, mostrou uma prevalência média de infecção de 10,5% entre os gays.
Na faixa etária entre 18 e 19 anos, a taxa foi de 5%. Entre 20 e 24 anos, de 6,7%, e entre 25 a 39 anos, de 16,6%. Dos entrevistados, 62% relataram ter sofrido agressões verbais, 15%, agressão física e 6%, sexual. Há relatos de ameaças de chantagem, extorsão e constrangimento no local de trabalho.
O estudo, realizado na área central, entrevistou 1.217 gays que estavam em 92 locais (casas noturnas, saunas, cinemas e ruas). Pela metodologia usada, é possível dizer que a amostragem representa essa população.
Os dados também apontam uma alta taxa de prevalência do vírus HIV, de 16%, entre os entrevistados que aceitaram fazer o teste da Aids (776). Em 2010, um levantamento nacional, feito nas principais capitais, mostrou uma prevalência média de infecção de 10,5% entre os gays.
Na faixa etária entre 18 e 19 anos, a taxa foi de 5%. Entre 20 e 24 anos, de 6,7%, e entre 25 a 39 anos, de 16,6%. Dos entrevistados, 62% relataram ter sofrido agressões verbais, 15%, agressão física e 6%, sexual. Há relatos de ameaças de chantagem, extorsão e constrangimento no local de trabalho.
Fonte: Diário do Nordeste