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| Foto: Agencia de Noticias Fides |
Não satisfeitos em reprimir a imprensa em seu próprio território, os governos bolivarianos começam a mostrar suas garras contra a liberdade de expressão até em países vizinhos. Nesta semana, após a publicação da matéria A República da Cocaína em VEJA, a Bolívia ameaçou processar a revista por revelar documentos que vinculam autoridades bolivianas com um narcotraficante brasileiro. Sobre mandar investigar as denúncias, nada foi dito.
A reportagem de VEJA, escrita pelo editor Duda Teixeira, é baseada em relatórios produzidos por uma unidade de inteligência da polícia boliviana que revelam uma conexão direta entre o homem de confiança de Evo Morales, o ministro da Presidência Juan Ramón Quintana, e um traficante que atualmente cumpre pena na penitenciária de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná: Maximiliano Dorado Munhoz Filho.
Os documentos vazaram para a imprensa boliviana e americana por um político do Movimento ao Socialismo (MAS), o partido de Morales. Segundo eles, Quintana, quando era diretor da Agência para o Desenvolvimento das Macrorregiões e Zonas Fronteiriças, em 2010, esteve com Jessica Jordan, famosa no país por ter sido eleita miss Bolívia quatro anos antes, na casa de Dorado Munhoz, depois extraditado.
A reportagem de VEJA, escrita pelo editor Duda Teixeira, é baseada em relatórios produzidos por uma unidade de inteligência da polícia boliviana que revelam uma conexão direta entre o homem de confiança de Evo Morales, o ministro da Presidência Juan Ramón Quintana, e um traficante que atualmente cumpre pena na penitenciária de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná: Maximiliano Dorado Munhoz Filho.
Os documentos vazaram para a imprensa boliviana e americana por um político do Movimento ao Socialismo (MAS), o partido de Morales. Segundo eles, Quintana, quando era diretor da Agência para o Desenvolvimento das Macrorregiões e Zonas Fronteiriças, em 2010, esteve com Jessica Jordan, famosa no país por ter sido eleita miss Bolívia quatro anos antes, na casa de Dorado Munhoz, depois extraditado.
Fonte: Veja
