Fortaleza ocupa a 13ª colocação entre as 21 principais capitais brasileiras no quesito habitação e se coloca na 10ª posição nos itens mobilidade urbana, geração de emprego e segurança. É o que mostra pesquisa realizada pela ONG Proteste - entidade especializada em Direito do Consumidor - sobre a qualidade de vida nas maiores capitais do País.
O estudo, recém-concluído, abrangeu seis critérios em números, levando em conta a acessibilidade: habitação, saúde, educação, mobilidade urbana, emprego e segurança pública. Foi considerada a situação nos últimos cinco anos. A avaliação da qualidade ficou distribuída entre as notas boa, satisfatória e ruim.
Em quatro dos seis itens avaliados, a Capital cearense ocupa posição intermediária. A cidade fica na condição de satisfatória nos critérios habitação, mobilidade, emprego e segurança. Entretanto, surpreende em saúde e educação. Nestes dois aspectos, Fortaleza aparece na quinta e sexta colocações, respectivamente, no ranking das capitais, conquistando a avaliação "boa".
No critério saúde, Fortaleza perde apenas para Vitória, Curitiba, Recife e Florianópolis, enquanto no item educação fica atrás de Curitiba, Vitória, Florianópolis, Campo Grande e, ainda, Goiânia.
Dentre os fortalezenses participantes da pesquisa, 60% colocaram a acessibilidade à habitação como satisfatória na Capital, enquanto 39% apontaram a mobilidade também na condição de satisfatória. Nos critérios emprego e segurança, respectivamente, 55% e 44% dos fortalezenses entrevistados igualmente colocaram a cidade em situação de satisfatória.
Nos critérios saúde e educação, embora com percentuais pouco menores em comparação com o item habitação, ou seja, 54% e 59%, respectivamente, Fortaleza ficou com avaliação "boa" na pesquisa. Os números mostram que os entrevistados observaram avanços nos dois critérios, mas também indicam um longo caminho a percorrer em busca da qualidade desejada.
Levando em conta o total dos números e os critérios analisados na pesquisa, a capital cearense coloca-se na situação de satisfatória para seus moradores no tocante à qualidade de vida.
O estudo, recém-concluído, abrangeu seis critérios em números, levando em conta a acessibilidade: habitação, saúde, educação, mobilidade urbana, emprego e segurança pública. Foi considerada a situação nos últimos cinco anos. A avaliação da qualidade ficou distribuída entre as notas boa, satisfatória e ruim.
Em quatro dos seis itens avaliados, a Capital cearense ocupa posição intermediária. A cidade fica na condição de satisfatória nos critérios habitação, mobilidade, emprego e segurança. Entretanto, surpreende em saúde e educação. Nestes dois aspectos, Fortaleza aparece na quinta e sexta colocações, respectivamente, no ranking das capitais, conquistando a avaliação "boa".
No critério saúde, Fortaleza perde apenas para Vitória, Curitiba, Recife e Florianópolis, enquanto no item educação fica atrás de Curitiba, Vitória, Florianópolis, Campo Grande e, ainda, Goiânia.
Dentre os fortalezenses participantes da pesquisa, 60% colocaram a acessibilidade à habitação como satisfatória na Capital, enquanto 39% apontaram a mobilidade também na condição de satisfatória. Nos critérios emprego e segurança, respectivamente, 55% e 44% dos fortalezenses entrevistados igualmente colocaram a cidade em situação de satisfatória.
Nos critérios saúde e educação, embora com percentuais pouco menores em comparação com o item habitação, ou seja, 54% e 59%, respectivamente, Fortaleza ficou com avaliação "boa" na pesquisa. Os números mostram que os entrevistados observaram avanços nos dois critérios, mas também indicam um longo caminho a percorrer em busca da qualidade desejada.
Levando em conta o total dos números e os critérios analisados na pesquisa, a capital cearense coloca-se na situação de satisfatória para seus moradores no tocante à qualidade de vida.
Fonte: Diário do Nordeste