A performance de Heath Ledger, morto em 2008, como o vilão Coringa em "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (2008), não rendeu apenas o Oscar póstumo de Melhor Ator ao australiano. Ela também serviu de guia para a realização de "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge", último capítulo da trilogia dirigida por Christopher Nolan ("A Origem") e com Christian Bale no papel do herói.
"Sempre falamos sobre Heath durante as filmagens, claro. Ele é parte integral da trilogia e sentimos muito a falta dele", confessa Bale. "Decidi não colocar nenhuma referência [ao Coringa] no filme, porque não queria que houvesse uma comparação ao que Heath fez e o novo vilão", conta Nolan. "Eu queria um adversário diferente para o Batman, alguém que o público não soubesse quem ganharia na briga."
O vilão do novo Batman realmente é o oposto do interpretado por Ledge. Tom Hardy, que trabalhou com Nolan em "A Origem", faz um brutamontes que pertenceu a mesma liga de assassinos que treinou Bruce Wayne antes do bilionário assumir o uniforme do Batman.
"Nos quadrinhos, ele é o único que conseguiu dar um fim ao herói", diz o roteirista Jonathan Nolan sobre o personagem que coloca o Cavaleiro das Trevas em uma cadeira de rodas nas HQs. "O Coringa era um anarquista, não tinha um plano. Já Bane é um terrorista, tem um plano e é assustador."
Com certa liberdade depois de dois sucessos de bilheteria --juntos, "O Cavaleiro das Trevas" e "A Origem" renderam US$ 1,8 bilhão--, Chris Nolan decidiu ir ao extremo na sua visão realista do Batman. "Seria loucura perseguir o fenômeno do longa anterior. Só queria fazer um bom filme", fala Nolan.
"Sempre falamos sobre Heath durante as filmagens, claro. Ele é parte integral da trilogia e sentimos muito a falta dele", confessa Bale. "Decidi não colocar nenhuma referência [ao Coringa] no filme, porque não queria que houvesse uma comparação ao que Heath fez e o novo vilão", conta Nolan. "Eu queria um adversário diferente para o Batman, alguém que o público não soubesse quem ganharia na briga."
O vilão do novo Batman realmente é o oposto do interpretado por Ledge. Tom Hardy, que trabalhou com Nolan em "A Origem", faz um brutamontes que pertenceu a mesma liga de assassinos que treinou Bruce Wayne antes do bilionário assumir o uniforme do Batman.
"Nos quadrinhos, ele é o único que conseguiu dar um fim ao herói", diz o roteirista Jonathan Nolan sobre o personagem que coloca o Cavaleiro das Trevas em uma cadeira de rodas nas HQs. "O Coringa era um anarquista, não tinha um plano. Já Bane é um terrorista, tem um plano e é assustador."
Com certa liberdade depois de dois sucessos de bilheteria --juntos, "O Cavaleiro das Trevas" e "A Origem" renderam US$ 1,8 bilhão--, Chris Nolan decidiu ir ao extremo na sua visão realista do Batman. "Seria loucura perseguir o fenômeno do longa anterior. Só queria fazer um bom filme", fala Nolan.
Fonte: Folha
