Ar@quém News - quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Sentenças reflexíveis (II)

Senhoras e Senhores leitores, Buarque de Holanda, em seu Dicionário da Língua Portuguesa, ensina que ‘razão’ é a “faculdade que tem o ser humano de avaliar, julgar, ponderar ideias universais; raciocínio, juízo.” Isto, para decidir com segurança.

A comunidade coreauense vive um momento ímpar, oportunizado pela Constituição Federal, que permite que cada cidadão faça uma inteligente e responsável avaliação desse quadriênio administrativo, na esfera municipal, iniciado em 1ºde janeiro de 2009 e que será finalizado em 31 de dezembro de 2012.

Para tanto, deve examinar com percuciência os setores sociais da saúde, educação e lazer. Sondar, com vivo interesse, o montante do investimento feito nas áreas urbanística e cultural. Analisar a geração de emprego, trabalho e renda ocorrida nesse período. Verificar o nível de crescimento socioeconômico do município de Coreaú, confrontando com os municípios da Região Norte de igual porte.

Após a apropriação dessas informações, efetuar uma lídima reflexão sobre a situação constatada e dimensionar a expressividade de sua decisão, no tribunal da urna, para o progresso de Coreaú e o bem-estar de sua gente. Assim, com altivez e cidadania, na augusta data de 7 de outubro, conforme o
calendário eleitoral, exercer o direito inalienável e não mercantil, mediante o voto consciente, de influenciar sobre o futuro da velha Palma.

“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”, diz a Carta Magna do Brasil, o “florão da América, Iluminado ao sol do Novo  Mundo!”

Como afirmei, no dia 15/8/2012, para que sejam lidas e refletidas, pelos leitores dos blogs RM no Foco e Ar@quem News, apresento estas duas sentenças tão significativas:

“Sempre se diz que o tempo muda as coisas, mas na verdade é você que tem de mudá-las.”
(Andy Warhol).

“Nada é eterno num mundo onde só a mudança existe permanentemente” (Leon Trotsky).

Fortaleza, 22 de agosto de 2012.
Leonardo Pildas


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