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Andando pelos vários cantos de Coreaú nestes últimos tempos, percebi o estado crítico de desertificação a que grande parte de nossas áreas (agricultáveis) está submetida. Há um grande trecho (de suposta pastagens) entre o distrito de Ubaúna e Aroeiras, onde há verdadeiros campos de pedras, e o mesmo estado se alastra pelo restante do município. Nada efetivo pelo Poder Público tem sido feito, sobretudo municipal.
Recordo-me de um relato de agricultor do município próximo de Irauçuba questionando-se como “nasciam” pedras por lá - 0 que na realidade ocorre é a perda de solo através da erosão. E essa problemática é também reinante aqui.
Enquanto isso, quem paga o pato é sempre o desinformado agricultor familiar, que se banha anualmente de “remédios” e de extremos prejuízos, alguns deles incalculáveis (e crescentes), que são os danos ambientais subjacentes.
Recordo-me de um relato de agricultor do município próximo de Irauçuba questionando-se como “nasciam” pedras por lá - 0 que na realidade ocorre é a perda de solo através da erosão. E essa problemática é também reinante aqui.
Enquanto isso, quem paga o pato é sempre o desinformado agricultor familiar, que se banha anualmente de “remédios” e de extremos prejuízos, alguns deles incalculáveis (e crescentes), que são os danos ambientais subjacentes.
Fonte: Blog do Ditim
