O Instagram poderá vender as fotos publicadas no serviço sem pagamento ou notificação ao usuário, conforme mudanças nos termos de uso publicadas no blog oficial da companhia na segunda-feira (17). A nova política do Instagram entrará em vigor em 16 de janeiro e foi anunciada três meses depois do fim da aquisição do serviço pelo Facebook.
O Instagram terá o direito de vender as fotos dos usuários a partir de dois itens adicionados à nova política de uso do serviço, na parte chamada "Regras". No primeiro item, o Instagram diz que o usuário concede ao serviço uma licença de uso mundial não exclusiva, totalmente paga e livre de royalties, transferível e sublicenciável para usar o conteúdo postado na rede. O usuário poderá apenas controlar quem pode ver algumas das suas imagens e atividades. No segundo item, o Instagram escreveu: “Para nos ajudar a oferecer conteúdo interessante pago, patrocinado ou promoções, você concorda que empresas ou outras entidades podem nos pagar para exibir o seu nome, imagem, fotos (juntamente com todos os metadados associados), e/ou ações que você faz em relação ao conteúdo pago, patrocinado ou promoções, sem qualquer compensação para você”. Esse parágrafo não existe nos termos atuais.
O Instagram terá o direito de vender as fotos dos usuários a partir de dois itens adicionados à nova política de uso do serviço, na parte chamada "Regras". No primeiro item, o Instagram diz que o usuário concede ao serviço uma licença de uso mundial não exclusiva, totalmente paga e livre de royalties, transferível e sublicenciável para usar o conteúdo postado na rede. O usuário poderá apenas controlar quem pode ver algumas das suas imagens e atividades. No segundo item, o Instagram escreveu: “Para nos ajudar a oferecer conteúdo interessante pago, patrocinado ou promoções, você concorda que empresas ou outras entidades podem nos pagar para exibir o seu nome, imagem, fotos (juntamente com todos os metadados associados), e/ou ações que você faz em relação ao conteúdo pago, patrocinado ou promoções, sem qualquer compensação para você”. Esse parágrafo não existe nos termos atuais.
Fonte: Portal G1
