Recentemente nós falamos da possibilidade do Google ficar bravo com a Microsoft, pela criação da empresa de Bill Gates que dava acesso ao maior site de compartilhamento de vídeos, o YouTube. Pois é, o pessoal do Google não curtiu a ideia deste novo app e agora exige que a Microsoft retire ele da superfície do planeta Terra.
O app foi criado pela própria Microsoft - assim como o app do Facebook - e traz uma interface bem bacana para o sistema operacional, que não tinha um app decente para entrar no YouTube - o aplicativo anterior era mais como um atalho para o site, do que um app de fato. O novo app ficou bonito, interessante e com cara de Windows Phone, mas com um problema para o YouTube e suas regras: ele permite o download dos vídeos e não exibe as propaganda que assistimos durante segundos antes da exibição de qualquer vídeo.
Além destes dois pontos negativos, o app permite que um vídeo que não deveria ser exibido em um aparelho móvel, seja exibido sem qualquer problema. Como o anuncio é uma das maiores fontes de renda para o gigante dos vídeos, não exibir em uma pequena porção de aparelhos é deixar de ter uma grande quantia de dinheiro nos caixas. Isso é grave, muito grave.
A briga tem sentido, já que as empresas são concorrentes em alguns negócios. O problema é que quem sofre com estes tapas são os usuários do Windows Phone, que perderão - provavelmente - o app do YouTube e serão obrigados a entrar no site pelo navegador. O que gasta mais dados e não traz a interface bonita que a Microsoft criou e chamou, um dia, de Metro.
O app foi criado pela própria Microsoft - assim como o app do Facebook - e traz uma interface bem bacana para o sistema operacional, que não tinha um app decente para entrar no YouTube - o aplicativo anterior era mais como um atalho para o site, do que um app de fato. O novo app ficou bonito, interessante e com cara de Windows Phone, mas com um problema para o YouTube e suas regras: ele permite o download dos vídeos e não exibe as propaganda que assistimos durante segundos antes da exibição de qualquer vídeo.
Além destes dois pontos negativos, o app permite que um vídeo que não deveria ser exibido em um aparelho móvel, seja exibido sem qualquer problema. Como o anuncio é uma das maiores fontes de renda para o gigante dos vídeos, não exibir em uma pequena porção de aparelhos é deixar de ter uma grande quantia de dinheiro nos caixas. Isso é grave, muito grave.
A briga tem sentido, já que as empresas são concorrentes em alguns negócios. O problema é que quem sofre com estes tapas são os usuários do Windows Phone, que perderão - provavelmente - o app do YouTube e serão obrigados a entrar no site pelo navegador. O que gasta mais dados e não traz a interface bonita que a Microsoft criou e chamou, um dia, de Metro.
Fonte: Tudo Celular
