Do Diário do Nordeste - "No Ceará, os bancos são obrigadas a instalar divisórias individuais entre os caixas e o espaço reservado para clientes que aguardam atendimento, proporcionando privacidade e segurança às operações financeiras. Pelo menos é o que diz a Lei 14961/ 11, que também dispõe sobre a proibição do uso de celular, instalação de câmeras e contratação de empresa especializada para as agências.
No entanto, mesmo em vigor desde o dia 20 de julho de 2011, os bancos, que tiveram 90 dias para se adaptar, não a colocam em prática, fato que facilita as ações de assaltantes e, consequentemente, contribui para que vidas de cidadãos cearenses sejam ceifadas.
Como a do engenheiro e empresário Kelbson Nogueira Diógenes, 28, morto na última quinta-feira após reagir a assalto no estacionamento da agência do Banco Itaú, na Avenida 13 de Maio, no Bairro de Fátima. A vítima havia sacado R$ 21 mil para fazer o pagamento dos funcionários. Os assaltantes levaram R$ 19 mil.
Naquela agência, de acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE), Carlos Eduardo Bezerra, não há divisórias que garantam a privacidade do cliente.
"Os bancos procuram reduzir custos em detrimento da vida das pessoas", destaca o presidente, informando que nenhuma das 477 agencias bancárias do Estado está em conformidade com a Lei 14961/ 11. "No estacionamento do banco onde o engenheiro foi morto, por exemplo, tem câmeras de segurança e porta giratória com detector de metais, mas não existem divisórias", explica.
Na opinião de Bezerra, o Estado deveria fechar as portas das agências que não oferecem total segurança aos clientes. Ele afirma que, neste ano, já foram 15 assaltos a bancos. Em 2011, em igual período, foram dois. Fora os registros de "saidinhas", "chegadinhas" e "furadinhas", como aconteceu com Kelbson Nogueira Diógenes. Os assaltantes secaram o pneu traseiro do veículo dele para agir."
No entanto, mesmo em vigor desde o dia 20 de julho de 2011, os bancos, que tiveram 90 dias para se adaptar, não a colocam em prática, fato que facilita as ações de assaltantes e, consequentemente, contribui para que vidas de cidadãos cearenses sejam ceifadas.
Como a do engenheiro e empresário Kelbson Nogueira Diógenes, 28, morto na última quinta-feira após reagir a assalto no estacionamento da agência do Banco Itaú, na Avenida 13 de Maio, no Bairro de Fátima. A vítima havia sacado R$ 21 mil para fazer o pagamento dos funcionários. Os assaltantes levaram R$ 19 mil.
Naquela agência, de acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE), Carlos Eduardo Bezerra, não há divisórias que garantam a privacidade do cliente.
"Os bancos procuram reduzir custos em detrimento da vida das pessoas", destaca o presidente, informando que nenhuma das 477 agencias bancárias do Estado está em conformidade com a Lei 14961/ 11. "No estacionamento do banco onde o engenheiro foi morto, por exemplo, tem câmeras de segurança e porta giratória com detector de metais, mas não existem divisórias", explica.
Na opinião de Bezerra, o Estado deveria fechar as portas das agências que não oferecem total segurança aos clientes. Ele afirma que, neste ano, já foram 15 assaltos a bancos. Em 2011, em igual período, foram dois. Fora os registros de "saidinhas", "chegadinhas" e "furadinhas", como aconteceu com Kelbson Nogueira Diógenes. Os assaltantes secaram o pneu traseiro do veículo dele para agir."