Segundo a agência de notícias France Presse, o Paraguai será suspenso do Mercosul (Mercado Comum do Sul) na próxima reunião de cúpula da organização, que será realizada em 28 e 29 de junho no estado argentino de Mendoza.
Além do Mercosul, o Paraguai deve ser suspenso também da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), diz a agência de notícias Reuters. Ela cita uma fonte de alto escalão do governo brasileiro.
Além do Mercosul, o Paraguai deve ser suspenso também da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), diz a agência de notícias Reuters. Ela cita uma fonte de alto escalão do governo brasileiro.
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| Foto: Marcos Brindicci |
A autoridade, que falou sob condição de anonimato, diz que o governo brasileiro têm mantido contato com autoridades de outros países da região e que há consenso para a suspensão do Paraguai após o impeachment do ex-presidente Fernando Lugo, destituído do cargo nesta sexta-feira.
"O ponto é transformar este novo governo [paraguaio] em um pária", diz o funcionário brasileiro. Na quarta, os presidentes da Unasul se reunirão em Lima para debater situação do Paraguai.
Segundo o funcionário, o embaixador brasileiro em Assunção, chamado de volta a Brasília para consultas, não deve retornar ao Paraguai. O Brasil não pretende romper completamente suas relações com o Paraguai por conta da usina hidrelétrica binacional de Itaipu.
O governo brasileiro não manterá contatos com Franco e atuará no por meio de organismos multilaterais. Essa estratégia, diz a autoridade, tem por objetivo deixar claro a gravidade do impeachment ocorrido no Paraguai.
A meta é garantir que nada parecido aconteça em outros paises, como Bolívia e Peru. "É uma reação institucional que mostrará aos outros as consequências negativas de uma medida agressiva como esta".
"O ponto é transformar este novo governo [paraguaio] em um pária", diz o funcionário brasileiro. Na quarta, os presidentes da Unasul se reunirão em Lima para debater situação do Paraguai.
Segundo o funcionário, o embaixador brasileiro em Assunção, chamado de volta a Brasília para consultas, não deve retornar ao Paraguai. O Brasil não pretende romper completamente suas relações com o Paraguai por conta da usina hidrelétrica binacional de Itaipu.
O governo brasileiro não manterá contatos com Franco e atuará no por meio de organismos multilaterais. Essa estratégia, diz a autoridade, tem por objetivo deixar claro a gravidade do impeachment ocorrido no Paraguai.
A meta é garantir que nada parecido aconteça em outros paises, como Bolívia e Peru. "É uma reação institucional que mostrará aos outros as consequências negativas de uma medida agressiva como esta".
Fonte: Folha
