Num rápido passeio nas periferias da Sede, nos distritos (todos) e várias comunidades rurais, vê-se o estado de calamidade pública que se tornou a questão do lixo produzido em Coreaú. É questão de saúde pública também. Há pessoas convivendo e sendo afetas por esse lixo todo; é desagradável ao olhar e ao olfato, nocivo àqueles que têm contato.
Não é um problema novo. Não é de agora que o lixo vem sendo jogado indiscriminadamente em todo canto, detrás dos quintais, nos “matos”, no rio... Produz-se cada vez mais, acumula-se progressivamente. Um “sacolau” sem fim e as garrafas PET são os mais comuns.
É uma questão cultural, acima de tudo. Uma cultura de desleixo associada e reverberada em poderes públicos omissos dá no estado atual das coisas, cada vez pior. É importante frisar uma questão: cidade limpa é bom, mas as periferias precisam ser tal qual limpas, cuidadas, assim como o interior.
Outro aspecto é a destinação do lixo. O que há hoje encaminhado efetivamente de proposta é um convênio com o aterro sanitário de Sobral, isto é, mandarmos nosso lixo para os sobralenses enterrarem com os seus. Precisa mais que isso... Muito mais. É questão de educação, conscientização, e também pode envolver geração de emprego e sustentabilidade. Projetos de reciclagem, além de promoverem uma destinação adequada para boa parte dos materiais, geram grandes benesses sociais; obviamente, isso envolve custos, mas os custos são absolutamente compensados.
Dentre recorrentes discursos sobre a questão, análises de tantos, não me resta há tempos dúvidas: somente algo básico para avançar no tocante à lida com os resíduos sólidos (assim como muitas outras coisas, as principais) em Coreaú, e esse algo é vontade política. Tendo isso, é o bastante para se dar o pontapé estratégico. É por aí que torcemos começar. E não basta torcer, tem de cobrar, fiscalizar, e mostrar pelo exemplo. Ainda dá tempo de tempo de reverter esse quadro insustentável de desleixo e descompromisso. Que a mudança venha, venha de fato.
Não é um problema novo. Não é de agora que o lixo vem sendo jogado indiscriminadamente em todo canto, detrás dos quintais, nos “matos”, no rio... Produz-se cada vez mais, acumula-se progressivamente. Um “sacolau” sem fim e as garrafas PET são os mais comuns.
É uma questão cultural, acima de tudo. Uma cultura de desleixo associada e reverberada em poderes públicos omissos dá no estado atual das coisas, cada vez pior. É importante frisar uma questão: cidade limpa é bom, mas as periferias precisam ser tal qual limpas, cuidadas, assim como o interior.
Outro aspecto é a destinação do lixo. O que há hoje encaminhado efetivamente de proposta é um convênio com o aterro sanitário de Sobral, isto é, mandarmos nosso lixo para os sobralenses enterrarem com os seus. Precisa mais que isso... Muito mais. É questão de educação, conscientização, e também pode envolver geração de emprego e sustentabilidade. Projetos de reciclagem, além de promoverem uma destinação adequada para boa parte dos materiais, geram grandes benesses sociais; obviamente, isso envolve custos, mas os custos são absolutamente compensados.
Dentre recorrentes discursos sobre a questão, análises de tantos, não me resta há tempos dúvidas: somente algo básico para avançar no tocante à lida com os resíduos sólidos (assim como muitas outras coisas, as principais) em Coreaú, e esse algo é vontade política. Tendo isso, é o bastante para se dar o pontapé estratégico. É por aí que torcemos começar. E não basta torcer, tem de cobrar, fiscalizar, e mostrar pelo exemplo. Ainda dá tempo de tempo de reverter esse quadro insustentável de desleixo e descompromisso. Que a mudança venha, venha de fato.
Fonte: Blog do Ditim