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| Foto: Silvania Claudin |
Este é um dos poucos municípios do interior do Ceará que vem trabalhando a coleta seletiva. Social e ambientalmente viável, o programa engatinha no sentido do alcance da viabilidade econômica para a gestão municipal, segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), órgão executor da iniciativa. De acordo com relatório apresentado pela Semam, as dificuldades dizem respeito ao volume coletado seletivamente baixo, mercado instável e a operacionalização da ação.
Mesmo assim, considera que o programa superará os atuais desafios, com o aperfeiçoamento e expansão do serviço, construção de novas parcerias, bem como com a solidificação da Associação dos Catadores, que tem menos de um ano de fundação.
O relatório aponta que o custo mensal da Prefeitura por quilograma de resíduo coletado é maior que o valor médio de venda, indicando a fragilidade econômica do programa.
O entendimento é que é preciso reverter essa situação por meio da ampliação do volume do material coletado, superação das dificuldades operacionais e de mercado.
"O esforço é pela sustentabilidade futura do programa, que já está trazendo grandes ganhos ambientais, como a limpeza da cidade e o cuidado com o meio ambiente, bem como ganhos sociais gerando renda para as famílias dos sócios da Associação. Com a maturidade da ação, alcançaremos a viabilidade econômica com a maior quantidade de material coletado e a comercialização. E isso é questão de tempo", afirma o secretário municipal de Meio Ambiente, Wanderley Marques.
O programa foi implantado em fevereiro na sede e já atua em oito bairros. E em dois distritos da zona rural. A Semam conta com o apoio do Conselho de Políticas e Gestão ambiental (Conpam), Projeto Mata Branca, Instituto Brasil Solidário, Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Ceará (Arce) e a Associação dos Catadores Recicratiú.
O programa de coleta seletiva, desenvolvido em parceira com os poderes público e privado, tem gerado ocupação e renda por meio da inclusão de catadores de materiais recicláveis na gestão dos resíduos sólidos do município, além de buscar a sustentabilidade ambiental.
Mesmo assim, considera que o programa superará os atuais desafios, com o aperfeiçoamento e expansão do serviço, construção de novas parcerias, bem como com a solidificação da Associação dos Catadores, que tem menos de um ano de fundação.
O relatório aponta que o custo mensal da Prefeitura por quilograma de resíduo coletado é maior que o valor médio de venda, indicando a fragilidade econômica do programa.
O entendimento é que é preciso reverter essa situação por meio da ampliação do volume do material coletado, superação das dificuldades operacionais e de mercado.
"O esforço é pela sustentabilidade futura do programa, que já está trazendo grandes ganhos ambientais, como a limpeza da cidade e o cuidado com o meio ambiente, bem como ganhos sociais gerando renda para as famílias dos sócios da Associação. Com a maturidade da ação, alcançaremos a viabilidade econômica com a maior quantidade de material coletado e a comercialização. E isso é questão de tempo", afirma o secretário municipal de Meio Ambiente, Wanderley Marques.
O programa foi implantado em fevereiro na sede e já atua em oito bairros. E em dois distritos da zona rural. A Semam conta com o apoio do Conselho de Políticas e Gestão ambiental (Conpam), Projeto Mata Branca, Instituto Brasil Solidário, Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Ceará (Arce) e a Associação dos Catadores Recicratiú.
O programa de coleta seletiva, desenvolvido em parceira com os poderes público e privado, tem gerado ocupação e renda por meio da inclusão de catadores de materiais recicláveis na gestão dos resíduos sólidos do município, além de buscar a sustentabilidade ambiental.
Fonte: Diário do Nordeste
